Anvisa manda recolher suplementos com ora-pro-nóbis e proíbe venda

A medida foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária da Anvisa na última quinta-feira (3)

A decisão abrange diversas atividades econômicas, incluindo a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso desses produtos no país

A decisão abrange diversas atividades econômicas, incluindo a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso desses produtos no país | Emater-MG/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu oficialmente a venda de todos os suplementos alimentares que contenham ora-pro-nóbis em sua composição. A decisão foi divulgada na tarde da última quinta-feira (3).

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A decisão abrange diversas atividades econômicas, incluindo a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso desses produtos no país.

Vale ressaltar que a medida não afeta a venda nem o consumo da planta em seu estado in natura. Em estados como Goiás e Minas Gerais, a ora-pro-nóbis é bastante utilizada na alimentação do dia a dia, especialmente em preparos caseiros e tradicionais da culinária local.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária da Anvisa.

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Explicação

A justificativa da agência é mais simples do que aparenta ser.

De forma direta e objetiva, a Anvisa explicou que não existe autorização dos órgãos competentes para que a planta, conhecida cientificamente como Pereskia aculeata, seja utilizada em produtos do gênero.


Para ser aceita de forma oficial, a substância precisa passar por uma avaliação criteriosa de segurança e eficácia.
Dessa forma, as empresas que desejam utilizar o ingrediente devem apresentar comprovação científica.

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Só assim será possível demonstrar que a ora-pro-nóbis, por exemplo, é realmente uma fonte de nutrientes ou que oferece benefícios ao corpo humano.

Outros casos

Pasta de dente

Após o registro de diversas ocorrências de consumidores de janeiro até março desse ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu interditar a comercialização dos cremes dentais da linha Colgate Clean Mint.

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A agência informou ter ciência de 13 casos de reações adversas das pastas de dente citadas entre 1º de janeiro e 19 de março de 2025. Os principais relatos são de inchaço nas amígdalas, lábios e mucosa da boca, sensação de ardência na gengiva e garganta, dormência nos lábios e na boca, boca seca, gengiva irritada e vermelhidão

Azeite

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da importação e comercialização das marcas de azeite Serrano e Cordilheira no Brasil. 

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A medida foi tomada devido à falta de informações claras sobre as empresas responsáveis pelos produtos, o que gerou preocupações em relação à segurança e à qualidade dos azeites vendidos no país.