Cotidiano

Anel de fogo assustador vai engolir Sol e Lua de forma rara no 1º eclipse de 2026

O fenômeno poderá ser observado em alguns pontos do Brasil, dependendo das condições climáticas e da localização do observador

Igor de Paiva

Publicado em 23/01/2026 às 18:32

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O fenômeno poderá ser observado em alguns pontos do Brasil, dependendo das condições climáticas e da localização do observador. / Image FX/IA

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Não é surpresa que os fenômenos celestes sempre despertem curiosidade. Em 2026, um impressionante “anel de fogo” dominará o Sol e a Lua durante o primeiro eclipse do ano.

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No dia 17 de fevereiro, o Sol aparecerá como um anel luminoso ao redor da Lua, nosso único satélite natural, formando o chamado eclipse solar anular.

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O fenômeno poderá ser observado em alguns pontos do Brasil, dependendo das condições climáticas e da localização do observador.

O eclipse solar anular ocorre quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, mas, por estar mais distante do nosso planeta, não consegue encobrir completamente o disco solar. Esse alinhamento cria o efeito visual conhecido como “anel de fogo”.

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Durante o evento, o céu não escurece totalmente, mas pode adquirir tons avermelhados e alaranjados, proporcionando um espetáculo visual raro.

Além desse fenômeno, outros eventos astronômicos já têm data marcada, como um eclipse lunar previsto para 3 de março de 2026.

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Cuidados

Para observar um eclipse solar com segurança, é fundamental proteger os olhos, pois olhar diretamente para o Sol, mesmo parcialmente encoberto, pode causar danos graves e permanentes à visão.

O uso de óculos específicos para eclipse, com certificação adequada, é indispensável e nunca deve ser substituído por óculos escuros comuns, radiografias, vidros escurecidos ou filtros improvisados.

Equipamentos ópticos como binóculos, telescópios e câmeras só devem ser utilizados com filtros solares próprios, corretamente acoplados, já que ampliam a radiação solar e aumentam o risco de lesões oculares.

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Também é importante orientar crianças e pessoas sem informação adequada, evitando a observação direta sem proteção, mesmo por poucos segundos.

Durante o eclipse anular, quando o “anel de fogo” fica visível, não há momento seguro para observar a olho nu, diferentemente de um eclipse total. Seguir essas recomendações garante uma experiência segura e permite apreciar o fenômeno sem riscos à saúde.

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