Cotidiano

Alta no diesel reacende temor de nova greve de caminhoneiros e traz à memória crise de 2018

Alta nos combustíveis eleva custos do transporte, amplia insatisfação da categoria e acende alerta para uma possível nova paralisação no país

Isabella Fernandes

Publicado em 19/03/2026 às 14:51

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Agora, com os custos novamente em alta, caminhoneiros temem que a situação volte a se repetir. / Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O aumento recente no preço do diesel voltou a acender o alerta entre caminhoneiros de todo o país, que já falam na possibilidade de uma nova paralisação nacional. O reajuste foi anunciado pela Petrobras e elevou o valor do combustível em R$ 0,38 por litro, impactando diretamente o custo do transporte de cargas.

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A categoria afirma que, na prática, o repasse tem sido ainda maior em algumas regiões, com aumentos que variam entre R$ 0,20 e R$ 0,60 por litro, especialmente no Centro-Oeste. Diante desse cenário, representantes dos caminhoneiros já levaram o alerta ao Palácio do Planalto, destacando o risco de uma mobilização nacional.

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Foto da greve em 2018. Antonio Cruz/Agência Brasil

Além dos transportadores, produtores rurais também relatam dificuldades para abastecer máquinas agrícolas, o que pode afetar a produção e pressionar ainda mais a cadeia de abastecimento.

Lembrança de 2018 preocupa setor

O cenário atual remete à Greve dos Caminhoneiros de 2018, quando uma mobilização da categoria paralisou rodovias em todo o país por cerca de dez dias. Na época, o protesto foi motivado justamente pela alta dos combustíveis.

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Greve nacional de caminhoneiros pode parar Baixada Santista? Decisão sai hoje em Santos

A paralisação causou desabastecimento generalizado, afetando postos de combustíveis, supermercados e hospitais, além de provocar aumento nos preços de diversos produtos. O impacto foi sentido em toda a economia e levou o governo federal a adotar medidas emergenciais para conter a crise.

Foto de mercados em 2018. Arquivo/DL

Novo risco no horizonte

Agora, com os custos novamente em alta, caminhoneiros temem que a situação volte a se repetir. A categoria cobra medidas que reduzam o impacto dos reajustes, enquanto especialistas alertam para o risco de novos impactos econômicos caso uma paralisação de grande escala seja confirmada.

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