Cotidiano

Alerta no pós-folia: Porto Alegre confirma caso de Mpox contraído fora da capital

Prefeitura do município reforçou as orientações para evitar a contaminação com a doença

Gabriel Fernandes

Publicado em 18/02/2026 às 13:22

Atualizado em 18/02/2026 às 13:22

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Mpox teve 11 carros registrados no municipio gaucho em 2025 / Freepik/Divulgação

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Um caso de Mpox foi registrado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, durante o período de Carnaval. Entretanto, segundo a Vigilância Epidemiológica, a infecção aconteceu fora do município. Em 2025, foram registrados 11 casos da doença na capital gaucha.

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Após a confirmação, a prefeitura do município reforçou as orientações para evitar a contaminação com a doença, que é causada por um vírus que pertence ao mesmo grupo da varíola.

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Transmissão

Sua transmissão acontece por meio de contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.

Em caso de presença de bolhas ou feridas, a recomendação é procurar uma unidade de saúde. Durante este período, é recomendado evitar contato íntimo ou físico prolongado com quem tiver essas lesões suspeitas na pele.

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Como medidas de prevenção, devem ser adotadas ações como higienização frequente das mãos, evitar o compartilhamento de objetos e o uso de máscaras.

Origem

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1948, em macacos de pesquisa na Dinamarca. O primeiro registro da doença em seres humanos aconteceu em 1970, na atual República Democrática do Congo.

No período de incubação do vírus, o tempo entre o contágio e os primeiros sinais costuma variar entre 3 e 16 dias. Em alguns casos monitorados pelas autoridades de saúde, o intervalo pode chegar a até 21 dias.

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Até o encerramento desta matéria, não foram confirmados casos de Mpox no estado de São Paulo.

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