Afinal, o que querem as mães?

Mais do que abrir um presente neste domingo, elas almejam o bem de todos, uma casa e um mundo melhor

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06 MAI 201110h08

Este domingo será o dia delas. O comércio comemora as vendas porque a data é considerada o segundo Natal do ano. Mas afinal, o que querem as mães?

Para saber o que realmente querem estes seres tão especiais pelo amor incondicional que têm por seus filhos, o Diário do Litoral percorreu as ruas de Santos entrevistando as mães.

Mais do que o contentamento de abrir um presente comprado pelos filhos com carinho, elas desejam a felicidade de realizar seus sonhos. O interessante é que as coisas que elas mais almejam na vida estendem-se também a sua família e ao próximo.

“Eu quero um emprego e uma casa para morar”, declarou a cozinheira Devani Benedita de Souza, de 31 anos, com o filho Keder, de dez meses, no colo. Passando por uma fase difícil, Devani, que não perde a esperança, atualmente mora na casa de uma amiga.

Sair do aluguel, morar no que é seu. Esse é o principal desejo da segurança aposentada, Maria de Lourdes de Araújo Soares, de 66 anos de idade. Maria de Lourdes é mãe de três filhos, tem três netos e um bisneto, mas nunca conseguiu comprar sua própria casa. ”Meu sonho é ter uma casa própria”.

A neta de Maria de Lourdes, a estudante Beatris Simões de Araújo Soares, de 16 anos, é mãe de Pedro Henrique, de dois anos de idade. Ainda jovem, a mamãe de primeira viagem compartilha o mesmo sonho da avó. ”Eu também quero uma casa própria, com bastante espaço para o meu filho brincar. Criança precisa de espaço”, afirmou Beatris.

A operadora de caixa, Rosicléia Alves, de 43 anos, mãe de uma menina de três anos, almeja um bem maior para todos. “Eu quero um mundo bem melhor, novo e justo, menos violento, não só por causa da minha filha que tem 3 anos, mas por todos”.

A manicure Renata Correia de Azevedo, de 31 anos, mãe de três filhos, quer o que toda mãe deseja instintivamente. “Eu quero criar meus filhos, quero que eles sigam o caminho correto, que tenham uma vida boa, uma profissão e que me dêem netos”.