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Cotidiano

Aeroporto de Guarujá: reunião define estratégias por verbas da primeira fase

Prefeito está agendando reuniões em Brasília para buscar recursos do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC)

O encontro foi no Paço Municipal e contou com a presença do prefeito Válter Suman / Divulgação/PMG

Em reunião na manhã desta quarta-feira (27), o grupo de trabalho formado para viabilizar a implantação do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá definiu estratégias para o custeio das providências necessárias nesta primeira fase do projeto. Entre estas providências, está a instalação do terminal de passageiros e da cerca operacional que vai delimitar o espaço para as atividades civis e militares.

O encontro foi no Paço Municipal e contou com a presença do prefeito Válter Suman, da vice-prefeita Adriana Machado e do comandante da Base Aérea, Tenente Coronel Aviador Dayve Moraes Piva, além da superintendente da Infraero, Adriana Lopes Ramos e dos secretários municipais Rogério Lima (Desenvolvimento Econômico), Gilberto Venâncio (Governo) e do secretário Adjunto de Desenvolvimento Econômico, Gustavo Rondini. Por vídeoconferência, também participou do encontro o superintendente de Gestão da Operação da Infraero, Paulo Eduardo Cavalcante.

Para custear as atividades necessárias a esta primeira fase, o prefeito está agendando encontro na Secretaria Nacional de Aviação Civil, nos primeiros dias de fevereiro, quando vai pleitear recursos do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC). "Esta primeira fase é vital para o registro do aeroporto junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)", declarou o prefeito Válter Suman.

Três etapas

Todo o controle do aeroporto é do Município, com a gestão e operação aos cuidados da Infraero, que atua como uma prestadora de serviços. Com 47 anos de existência, a Infraero administra, atualmente, 55 aeroportos em todo o Brasil. O 56º será o de Guarujá. O acordo prevê três etapas para colocar o aeroporto em funcionamento.

A primeira, que está em andamento, consiste exatamente nestas ações, que culminam com o registro junto à ANAC e as obras de recuperação da pista, para colocá-la em condições de receber os primeiros voos. Na segunda fase, será viável a operação de jatos particulares e voos executivos. Nesse período, também será solicitada uma licença para operação de aeronaves de médio porte, como os aviões modelo ATR.

Já na terceira etapa, a Prefeitura e a Infraero buscarão novos recursos para concretizar a operação comercial no local, com a construção de novos hangares e demais estruturas físicas, possibilitando a implantação de voos comerciais com grandes aeronaves como Airbus 319 e Boeing 737, para os principais destinos do Brasil.

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