Essa nova tendência foca na otimização de espaço, sendo ideal para a realidade dos apartamentos brasileiros / Gemini AI
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Durante anos, as ilhas centrais foram as protagonistas dos projetos de reforma. No entanto, em 2026, o design de interiores aponta para uma mudança drástica: o adeus às ilhas e a chegada triunfal da península. Essa nova tendência foca na otimização de espaço, sendo ideal para a realidade dos apartamentos brasileiros, onde cada metro quadrado conta.
Ao contrário da ilha, que exige circulação em todos os lados e toma muito espaço central, a península é uma bancada conectada a uma parede ou a um móvel já existente.
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O resultado é uma cozinha com circulação muito mais fluida e uma superfície de trabalho contínua. Para quem quer aderir ao estilo sem gastar com reformas pesadas, a solução "best-seller" do momento são as mesas rebatíveis ou bancadas fixas de parede.
Essas peças, que podem ser encontradas por valores a partir de R$ 300 em grandes varejistas, funcionam como mini-penínsulas versáteis. Elas servem como apoio para o preparo de alimentos, bancada de refeições rápidas e podem até ser dobradas quando não estão em uso.
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“A cozinha moderna não é a que ocupa mais espaço, mas a que funciona melhor. A península tornou-se o símbolo dessa inteligência no design”, afirmam especialistas da área.
A tendência reflete uma busca por ambientes mais limpos e menos obstruídos. Seja em cozinhas integradas ou corredores estreitos, a península garante o visual sofisticado das revistas de decoração com uma praticidade que a ilha central muitas vezes não oferece. Além do custo reduzido, a facilidade de instalação torna essa a "queridinha" de quem mora de aluguel e quer dar um novo ar ao coração da casa sem quebra-quebra.