Com isso, profissões que antes eram vistas como 'alternativas' passaram a ser encaradas como carreiras sólidas, com alta empregabilidade e chance real de aumento de renda / ImageFX
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Durante muito tempo, ter um diploma universitário foi quase sinônimo de garantia de futuro. No entanto, o cenário atual do mercado de trabalho aponta para uma virada: empresas estão cada vez mais focadas em competências práticas, certificações específicas e experiência real, deixando a exigência por graduação em segundo plano — principalmente em áreas técnicas e ocupações ligadas ao empreendedorismo.
O movimento não é apenas percepção: dados do estudo Itaú Educação e Trabalho mostram que profissionais com formação técnica ganham, em média, 32% a mais do que aqueles que concluíram apenas o ensino médio. A diferença também aparece no desemprego: enquanto a taxa entre técnicos é de 7,2%, o número sobe para 10,2% entre os que não possuem qualificação técnica.
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Além da remuneração atrativa, cursos técnicos e formações livres têm crescido por oferecerem algo que muitos jovens e adultos buscam: retorno rápido.
Com duração média entre seis meses e dois anos, essas formações são mais objetivas, focadas na prática e voltadas diretamente às necessidades do mercado. Na comparação com o ensino superior tradicional, também têm custo mais acessível, facilitando o ingresso de quem precisa começar a trabalhar rápido ou quer mudar de área.
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Com isso, profissões que antes eram vistas como 'alternativas' passaram a ser encaradas como carreiras sólidas, com alta empregabilidade e chance real de aumento de renda.
Confira abaixo dez ocupações em alta no Brasil que não exigem formação superior e podem garantir bons rendimentos, especialmente para quem busca qualificação rápida e independência profissional:
Responsável por acompanhar visitantes, apresentar roteiros e informações históricas e culturais, além de orientar grupos durante passeios.
Formação: curso técnico regulamentado pelo Ministério do Turismo.
Rendimento: de R$ 2.500 a R$ 4.000, podendo passar de R$ 20 mil com experiência.
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Atua em áreas como logística, finanças, RH, atendimento ao cliente e rotinas administrativas em empresas.
Formação: curso técnico (1 a 2 anos).
Rendimento: de R$ 1.000 a R$ 6.000 (dependendo de área e experiência).
Cria identidades visuais, artes para redes sociais, campanhas, websites e peças publicitárias.
Formação: cursos livres + domínio de softwares (Photoshop, Illustrator, Canva).
Rendimento: média de R$ 3.000, podendo chegar a R$ 15.000 com portfólio forte.
Atua em eventos, moda, TV, cinema e redes sociais.
Formação: cursos livres de maquiagem e visagismo.
Rendimento: entre R$ 3.000 e R$ 10.000, com alto potencial via internet.
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Produz doces, bolos e produtos personalizados para festas e vendas.
Formação: cursos livres (confeitaria, cake design, doces finos).
Rendimento: de R$ 2.000 a R$ 15.000, conforme demanda e clientela.
Pode atuar em clínicas, salões ou como autônomo, com alta procura em estética e bem-estar.
Formação: curso livre com foco em biossegurança e pele.
Rendimento: de R$ 2.400 a R$ 8.000 ao mês.
Trabalha com criação de aplicativos, sites, sistemas e soluções digitais para empresas.
Formação: cursos livres em linguagens como HTML, CSS, JavaScript, Python e Java.
Rendimento: de R$ 3.000 a R$ 20.000, conforme especialização e senioridade.
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Atua em eventos, ensaios, moda, conteúdo para redes sociais e projetos corporativos.
Formação: cursos livres de fotografia, iluminação e edição.
Rendimento: média de R$ 2.148 a R$ 3.800, com chance de ganhar mais como autônomo.
Faz ajustes, modelagens, roupas sob medida, figurinos e peças personalizadas.
Formação: cursos de corte, costura e modelagem.
Rendimento: de R$ 2.000 a R$ 13.000, especialmente com clientela consolidada.
Atua no comércio físico e digital, com destaque em tecnologia, imóveis e serviços.
Formação: cursos de vendas, negociação, atendimento e CRM.
Rendimento: de R$ 2.000 a R$ 3.000, com comissões que podem multiplicar ganhos.
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O avanço dessas carreiras reforça uma tendência clara: o mercado está se tornando cada vez mais orientado por resultados, portfólio e capacidade prática, e não apenas por títulos acadêmicos.
Com qualificação rápida, cursos objetivos e acesso facilitado, ocupações técnicas e livres ganham força como opção real para quem busca empregabilidade, renda e autonomia.