Cotidiano
Iniciativa em Itanhaém une professores voluntários e comunidade para difundir a cultura nordestina e incentivar o convívio social
As aulas são abertas a todas as idades, abrangendo desde jovens até adultos de diferentes idades / Google Gemini/Imagem Gerada por IA
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Dançar forró é uma das atividades mais populares entre os brasileiros. Agora, quem sempre teve esse desejo, mas nunca teve a oportunidade, poderá aproveitá-lo em Itanhaém. A partir do dia 19 de abril, o Parque Amazônia Paulista contará com aulas gratuitas para os interessados.
Sem a necessidade de inscrição prévia, as aulas têm duração de 90 minutos (1h30) e serão ministradas por professores voluntários da escola de dança Hei Bora Dançar. A primeira aula está prevista para o próprio dia 19; os encontros ocorrerão sempre no terceiro domingo de cada mês, às 16 horas.
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A iniciativa de oferecer aulas de forró tem como propósito incentivar o convívio social e ampliar o acesso à cultura popular nordestina, proporcionando momentos de descontração e aprendizado.
A iniciativa é aberta a todas as idades, abrangendo desde jovens até adultos de diferentes idades. Não é necessário ter um par nem fazer inscrição prévia para participar, já que haverá um revezamento entre os presentes.
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Para aproveitar melhor as aulas, recomenda-se usar roupas e calçados leves e confortáveis, além de levar a própria garrafinha de água para hidratação.
Localizada no bairro Belas Artes, em Itanhaém, a Escola de Dança Hei Bora Dançar oferece aos alunos uma variedade de modalidades, que incluem forró avançado, samba de gafieira (para todos os níveis), sertanejo universitário, dança de salão e bachata.
O Parque Amazônia Paulista localiza-se na Rua Urcezino Ferreira, nº 140, no bairro Baixio, em Itanhaém.
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O Brasil formalizou no último dia 31 de março, a candidatura do Forró Tradicional ao título de Patrimônio Imaterial da Humanidade da UNESCO. O dossiê foi apresentado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em conjunto com o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
O envio marca o início do processo internacional de avaliação. A documentação reúne informações históricas e elementos que buscam comprovar a relevância cultural da manifestação e sua contribuição para a diversidade cultural.
Considerada uma das cidades mais tradicionais do agreste pernambucano, Caruaru é um dos destinos mais vibrantes do interior do Nordeste. Com uma origem remota ao século XVII, a região passou a ser ocupada por fazendas de gado e pequenas comunidades rurais formadas às margens do rio Ipojuca.
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