Cotidiano
A partir de 2026, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) passa a se consolidar como o principal documento de identificação dos brasileiros
A nova versão tem como objetivo simplificar o sistema de identificação no país ao utilizar apenas o CPF como número único / Divulgação
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A partir de 2026, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) passa a se consolidar como o principal documento de identificação dos brasileiros. A nova versão tem como objetivo simplificar o sistema de identificação no país ao utilizar apenas o CPF como número único, eliminando a antiga multiplicidade de registros gerais (RG) emitidos por diferentes estados.
O novo documento pode ser emitido gratuitamente na primeira via física e também possui versão digital disponível no aplicativo Gov.br. Além disso, conta com mecanismos de segurança mais modernos e prazo de validade definido de acordo com a idade do cidadão.
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Uma das principais novidades da nova identidade é a presença da MRZ (Machine Readable Zone), tecnologia utilizada em passaportes e reconhecida internacionalmente. Esse recurso permite a leitura automática do documento e amplia o nível de segurança.
Com isso, a CIN também pode ser utilizada como documento de viagem em países do Mercosul, facilitando o deslocamento de brasileiros dentro do bloco.
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Outro elemento tecnológico é o QR Code dinâmico localizado na parte traseira do documento. Quando escaneado por autoridades, o código verifica instantaneamente a autenticidade da identidade, reduzindo significativamente o risco de fraudes e falsificações.
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Para o cidadão, o QR Code também funciona como um acesso à chamada “identidade ampliada”, onde podem ser adicionadas informações adicionais, como: tipo sanguíneo, autorização para doação de órgãos e indicação de deficiências não visíveis.
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Apesar da mudança, quem ainda possui o RG tradicional não precisa se preocupar imediatamente. O documento antigo seguirá válido em todo o país até 1º de março de 2032.
Mesmo assim, especialistas e órgãos de segurança pública recomendam que a população faça a substituição antes do prazo final para aproveitar as funcionalidades digitais e os novos mecanismos de segurança da CIN.
Diferentemente do antigo RG, a nova identidade possui prazo de validade definido por faixa etária:
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Para emitir a Carteira de Identidade Nacional, o cidadão deve procurar o órgão responsável pela identificação em seu estado. Em São Paulo, por exemplo, o atendimento é realizado pelo Poupatempo, enquanto em outras unidades da federação pode ser feito pelo Detran ou institutos de identificação.
Em muitas cidades, é necessário realizar agendamento prévio pela internet antes do atendimento presencial.
Certidão de nascimento ou certidão de casamento (original ou cópia autenticada)
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Também é necessário que o CPF esteja regularizado na Receita Federal. Caso existam divergências de dados, como diferenças no nome da mãe ou na data de nascimento, a emissão do documento poderá ser bloqueada até que a situação seja corrigida.