A TV Globo confirmou nesta quinta-feira (30) que a novela “A Viagem”, um dos maiores sucessos da história da teledramaturgia brasileira, será adaptada para o cinema. O projeto já começa a ganhar forma com a escalação dos primeiros nomes do elenco, que terão o desafio de dar vida a personagens que marcaram gerações de telespectadores.
A escalação mais comentada foi a do vilão Alexandre, vivida por Guilherme Fontes. Na trama, o personagem é um espírito que busca vingança após a morte é o motor de toda a trama espiritualista. Agora, o papel “fantasmagórico” será interpretado por Pedro Novaes, que faz parte do elenco de “Três Graças”.
Outra curiosidade no elenco é a presença de Lucinha Lins, que interpretou Estela, a irmã de Diná, na versão de 1994. Apesar do retorno triunfal, ela estará no papel de Dona Marocas, a mãe da protagonista, personagem que no passado foi vivida por Yara Cortes.
‘A Viagem’ terá elenco de peso
A primeira grande novidade é a escolha de Carolina Dieckmmann para viver a protagonista Diná. O papel, que já foi de Eva Wilma e Christiane Torloni, ganhará uma nova interpretação. Para o filme, a artista mudou o visual e adotou cabelos escuros, buscando uma estética mais sóbria para a personagem.
Ao seu lado, Rodrigo Lombardi assume o papel de Otávio Jordão, um advogado que vive um amor além da vida com Diná. Na trama original, o personagem marcou um dos grandes momentos de Antônio Fagundes na televisão.
A obra escrita por Ivani Ribeiro é um fenômeno de audiência até hoje. Suas constantes reprises mostram que a história mantém um apelo forte com o público, e a nova versão pretende usar essa memória afetiva para atrair as pessoas aos cinemas, apostando em uma releitura visual moderna.
Produção dos Estúdios Globo
O longa-metragem será produzido pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo. O roteiro está nas mãos de Jaqueline Vargas, enquanto a direção será de Henrique Sauer, e a supervisão artística de José Luiz Villamarim, diretor conhecido por sucessos como “Avenida Brasil” e “Amor de Mãe”.
Segundo a equipe de criação, a ideia é adaptar o ritmo da narrativa para o cinema sem mexer na essência espírita. Temas como a vida após a morte, a espiritualidade e o perdão continuam sendo os pilares da história.
As gravações devem começar em breve, embora a data de estreia não tenha sido marcada. A expectativa do mercado é que o filme consiga unir os fãs antigos, que acompanham todas as reprises, a uma nova geração de espectadores que busca histórias sobre o sobrenatural e a redenção.





