Contraponto

Política guarujaense

Pedro Henrique Fonseca

Publicado em 13/04/2024 às 07:05

Atualizado em 13/04/2024 às 12:42

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Sem aproximação. Em nota publicada nas redes sociais, o presidente do PSOL Guarujá, Paulo Rui Vieira Sales Júnior, afirmou que não procede a informação de que Valter Batista, ex-filiado do partido, estaria tentando aproximar a legenda do Podemos. A informação foi publicada na edição de ontem desta coluna.

Sem relação. Paulo Rui Vieira Sales Júnior afirmou também que, com a saída de Valter Batista do partido, qualquer relação política entre ambos foi encerrada.

Reafirmou. O presidente do PSOL Guarujá disse que é, há longa data, um militante do partido e que seu compromisso é com a esquerda socialista e a construção do PSOL.

Tem pré-candidato. Ainda na nota publicada nas redes sociais, Paulo Rui Vieira Sales Júnior afirma que o PSOL terá candidatura própria e que o pré-candidato é o engenheiro José Manoel.

E mais. José Manoel, de acordo com a publicação, "estará a disposição da tarefa de denunciar todos os usurpadores que passaram pela prefeitura do Guarujá carimbados pelas marcas da corrupção".

Valter Batista também falou. Confira a nota enviada a esta coluna:

Em relação à nota publicada na Coluna Contraponto, tenho a declarar que minha desfiliação do PSOL foi definida com total clareza do papel que exerci no Partido, durante seis anos de excelentes relações e tarefas.
Sou militante dedicado às causas sociais e aos valores que acredito serem fundamentais para uma sociedade democrática, menos desigual e mais inclusiva.
No PSOL tive a honra de defender uma candidatura na disputa à prefeitura, na última eleição, oportunidade em que construímos coletivamente um programa de governo para Guarujá, com a identidade que o Partido sempre encampou. As ideias deste Programa, inclusive, deram forma ao livro “Entre desafios e esperanças, um horizonte inclusivo para o Guarujá” (Editora Kotter), escrito a quatro mãos, com o pré-candidato a prefeito pelo Partido no atual processo eleitoral, engenheiro José Manoel Ferreira Gonçalves, que adentrou no PSOL com meu apoio.
Nos últimos meses trabalhamos intensamente na estruturação partidária, visando à disputa eleitoral deste ano. Saí do PSOL com a certeza de ter cumprido minha missão, com ética e respeito aos filiados, à sua militância e aos demais dirigentes.
Minha decisão de filiação ao Podemos, em Guarujá, é pessoal, e foi embasada na convicção de que tenho uma nova missão a cumprir, o que não conseguiria fazer, caso prosseguisse no PSOL.
Acredito que Guarujá necessita urgentemente de um amadurecimento de sua classe política, para a melhoria da qualidade da gestão pública nos Poderes constituídos no município.
Como servidor municipal atuante em diversos colegiados e representações institucionais, como pesquisador e também como político comprometido não apenas com as eleições, mas com os processos de construção de Políticas Públicas, decidi dar seguimento à minha atuação, contribuindo para a construção do Programa de Governo do pré-candidato e ex-prefeito Farid Madi, que me confiou a missão de atuar no planejamento turístico da cidade de Guarujá, entre 2005 e 2008.
Essa decisão se consolidou com o convite reforçado pelo meu amigo pessoal, Kayo Amado, prefeito de São Vicente, Presidente do Condesb e coordenador regional do Podemos, com quem militei por anos na construção da Rede Sustentabilidade.
As relações pessoais e institucionais que mantive até aqui com a atual direção do PSOL, em particular com o atual presidente do Partido, Paulo Rui, por quem tenho todo o respeito e admiração, são centradas numa certeza, que é uma convicção pessoal: o PSOL fará, como sempre fez, uma condução clara de suas decisões, enquanto Partido do campo progressista, sem preocupações com amizades ou escolhas pessoais, com a firmeza que sempre foi sua marca, e quaisquer que sejam seus posicionamentos e escolhas, terão meu total respeito.
Ressalto, em desagravo às insinuações da nota aqui publicada, que não souberam respeitar a minha história, tampouco a do PSOL, além de terem tentado macular a credibilidade de pessoas sérias e que fazem Política de cabeça erguida.

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