Governo vai aumentar fiscalização do pescado

A ideia é rastrear todo o caminho percorrido pelo produto, identificando onde ele foi capturado ou produzido, até sua passagem por estabelecimentos anteriores ao ponto de venda no varejo

O Governo Federal decidiu criar regras mais rígidas para o transporte de pescado in natura entre os estados brasileiros. A ideia é rastrear todo o caminho percorrido pelo produto, identificando onde ele foi capturado ou produzido (na criação em cativeiro), até sua passagem por estabelecimentos anteriores ao ponto de venda no varejo. O objetivo é garantir a sanidade e a segurança alimentar do consumidor.

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Essa prática, conhecida como rastreabilidade, foi adotada na Europa em 2002 e se tornou uma exigência para os exportadores que queiram vender seu pescado no Velho Continente. Aqui, a regra entrou em vigor na última segunda-feira.

Na teoria, a rastreabilidade significa maior informação para o consumidor, que terá à disposição um alimento monitorado em todas as etapas de produção. Sob o aspecto comercial, a rastreabilidade confere ao produto um status de maior confiabilidade. Sob o ponto de vista sanitário, a identificação de origem facilita a retirada das prateleiras de um lote específico que apresente problemas.

Esse controle será feito através de uma nota fiscal que deverá ser emitida no local de origem do pescado, contendo o número de registro do pescador ou do produtor em cativeiro. O documento também terá dados do atacadista, distribuidor ou indústria que venham a manipular o pescado antes da comercialização no varejo. Santa Catarina é o maior produtor de frutos do mar no Brasil, com 150 mil toneladas/ano distribuídas para São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Mas é o Pará quem detém a liderança no ranking nacional em termos de produção, com 700 mil toneladas anuais e destaque para a criação de 21 espécies diferentes em cativeiro.

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Alimento mais barato…
O preço dos alimentos começa a voltar a patamares civilizados após a alta registrada no final do verão, causada pela maior seca da história em São Paulo.

… no atacado em SP
A comprovação veio esta semana com a divulgação do Índice de Preços da Ceagesp, que recuou 3,29% em maio. Só o setor de legumes registrou ligeira alta.

Preço das frutas cai
O setor de frutas apresentou queda de 0,85% na média dos preços. Principais baixas: maracujá azedo (-21,5%), manga (-21,4%), abacate fortuna (-19%), laranja pera (-14%) e abacaxi (-13,9%). Altas: caju (+25,4%) e limão taiti (+9,7%).

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Batata e ovos em queda
Já o setor de diversos da Ceagesp registrou redução de 6,93% nos preços. As principais baixas foram da batata lisa (-21,8%), ovos vermelhos (-14,5), batata comum (-11,5%) e ovos brancos (-10,4%). Alta no coco seco (+14,3%).

Legumes na contramão
O setor de legumes da Ceagesp registrou ligeira alta de 0,23% na média. As principais elevações foram do quiabo (+16,9%), jiló (+16,6%) e tomate (+11,3%). E as quedas: ervilha (-41,5%), pimentão amarelo (-25,4%) e pepino (-19,3%).

Só a geada estraga
Segundo os economistas da central atacadista, a tendência é que os preços dos hortifruti continuem em queda nas próximas semanas. Esse quadro só muda se o tempo esfriar demais e a geada atingir as regiões produtoras de alimentos.

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Etanol barato em SP
A ANP alerta: em São Paulo, o litro do etanol já custa 67% do valor pago pela gasolina, o que torna o álcool mais vantajoso para o consumidor do que a gasolina

Banana do Equador
Por conta de um acordo bilateral, caberá ao Brasil importar bananas do Equador. A ideia dos equatorianos é enviar até 20 mil caixas por semana de uma fruta gourmet, com tamanho e calibre diferenciados, para o público das classes A e B.

Filosofia do campo:
“É trabalhando a criança que se consegue uma boa safra de adultos”, Monteiro Lobato (1882-1948) escritor, editor de livros e tradutor paulista.