Os 10 piores filmes de 2024

O ano de 2024 nos entregou bastante produções que prometiam ser excelentes, mas terminaram com desfechos horríveis. Seja na qualidade ou nas bilheterias. 

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Com alguns títulos fracassando em seu resultado final, foi difícil selecionar os 10 piores filmes internacionais ou nacionais. A qualidade destes projetos consegue ser pior que a outra, principalmente as voltadas para plataformas de streaming como a Netflix.

Confira a relação abaixo:

10 – Alerta de Risco

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Esta produção da Netflix foi vendida como o “grande retorno de Jessica Alba aos filmes de ação”. Infelizmente, isso não se concretizou. Com um roteiro horrível, atuações canastronas que pareciam apenas ler as falas do texto e sequências porcamente dirigidas, “Alerta de Risco” não poderia ficar de fora da lista.

9 – Tudo em Família

Zac Efron raramente costuma errar em suas escolhas, mas mesmo com as presenças de Nicole Kidman e Jamie King, trata-se de uma bomba gigantesca. 

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Apelando a situações clichês, uma montagem apressada que sequer tenta transparecer a química entre Efron e Kidman, parece que a Netflix queria se garantir apenas pela presença do elenco protagonista.

8 – O Astronauta

Adam Sandler vai para o espaço faz amizade com uma aranha gigante (dublada por Paul Dano), que o faz refletir sobre a vida. Sim, este filme existiu e também foi lançado pela plataforma do Tudum. 

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A ideia poderia ter resultado em um ótimo projeto, só que a narrativa do diretor Johan Renck parece ter pisado no freio e entregado uma grande novela mexicana.

7 – Silvio 

Este não preciso me esticar muito, pois desde seu material promocional estava claro que se tratava de uma das piores coisas já realizadas no cinema brasileiro.

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Com Rodrigo Faro fazendo uma imitação porca do Homem do Baú, um roteiro com frases mais ridículas que parachoque de caminhão, e de quebra ainda tentam vender Geraldo Alckmin como um verdadeiro “herói”, jamais este filme deveria ter sido lançado.

6 – Turma da Mônica: Reflexos do Medo

Após os dois primeiros filmes terem feito um enorme sucesso nas bilheterias e em qualidade, resolveram fazer este “pseudo-reboot”. Só que entregaram uma produção que mira no público alvo errado. 

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A começar que nos momentos iniciais, a escola onde eles estudam possui um cartaz escrito “Bem Vindes Alunes”. Só por este tópico, sentimos que o foco não será uma história inspirada nos contos de Mauricio de Sousa, mas sim um ativismo político barato. E é exatamente isso que acontece.

5 – O Cara da Piscina

Mesmo estreando em Festivais de 2023, ele foi disponibilizado para o grande público apenas em 2024. Marcando a estreia na direção e roteiro de Chris Pine (“Star Trek”), temos a história de um homem que é um grande gado da prefeitura do município, cujo único objetivo de vida é provar a existência de um negócio duvidoso. 

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Com nomes de peso no elenco como Danny DeVito, Annette Benning e Ariana DeBose, vemos que eles possivelmente só devem ter aceitado por conta da amizade com Pine ou o cachê.

4 – Madame Teia

A Sony ainda acreditava que o público iria se interessar pelas histórias dos vilões do Homem-Aranha, e aqui isso só comprova o quão os envolvidos acreditavam que só isso iria vender o projeto. 

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Encabeçado por Dakota Johnson, a trama é clichê, sem sentido e estranha na maioria das vezes (vide a sequência da viagem ao Peru). Por incrível que pareça, eles ainda lançaram ainda em 2024, outro filme pior deste universo.

3 – Venom: A Última Dança

Os dois primeiros títulos de “Venom” foram bastante aquém do previsto, pois além de deixarem a violência de lado, entregaram filmes de comédia pastelão que poderiam causar vergonha alheia. 

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Além de termos subtramas desnecessárias, como uma família que está procurando Aliens e entra na Área 51 com grande facilidade, parece que apenas Tom Hardy estava interessado em se divertir com suas idéias peculiares sobre o personagem.

2 – Feios

Não poderia deixar de colocar nesta lista a milésima tentativa da Netflix em criar o seu próprio “Jogos Vorazes”. Também estrelado por Joey King, a trama é uma mistura repetida de todas as fórmulas que já vimos em histórias de adolescentes vivendo em cenários pós-apocalípticos. Dizem que pode ganhar mais outro filme, mas se ele será realmente feito, só o tempo dirá.

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1 – A Arca de Noé

Esta animação surgiu apenas para comprovar que é possível o cinema nacional ter um filme excelente em uma sala (“Ainda Estou Aqui”) e algo horroroso em outra (“A Arca de Noé”). 

Assim como em “Reflexos do Medo”, o único intuito desta animação é o ativismo político e ideológico barato, ao invés de contar a história de Noé, com base nas canções de Vinicius de Moraes.