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República Dominicana exige vacinação da febre amarela a viajantes do Brasil

No entanto, as autoridades de Saúde dominicanas negaram que exijam certificado de vacinação contra a febre amarela a todos os viajantes provenientes da América do Sul

De acordo com o órgão, em janeiro a OPAS emitiu um alerta epidemiológico que apresentava um resumo do que aconteceu na região durante 2016 / Divulgação

O Ministério da Saúde Pública da República Dominicana informou neste domingo (2) que exige o certificado de vacinação contra a febre amarela a viajantes provenientes do Brasil, onde diversos casos da doença foram registrados em alguns estados. A informação é da agência EFE.

"A direção-geral de Migração está recebendo a informação dos viajantes que entram no país com antecedentes de terem estado em alguma área desses estados na última semana. Aos viajantes é perguntado se eles foram vacinados contra a febre amarela e se têm consigo o certificado internacional de vacinação", informou o órgão.

No entanto, as autoridades de Saúde dominicanas negaram que exijam certificado de vacinação contra a febre amarela a todos os viajantes provenientes da América do Sul, como foi informado em alguns veículos da imprensa local.

"Para os países como a República Dominicana, onde não há casos desta doença, a recomendação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) é fortalecer a vigilância epidemiológica com o propósito de detectar casos importados", acrescentou o ministério.

De acordo com o órgão, em janeiro a OPAS emitiu um alerta epidemiológico que apresentava um resumo do que aconteceu na região durante 2016, sobretudo em Brasil, Colômbia e Peru.

Com base nisso, recomenda que perante o aumento de casos confirmados de febre amarela em países da região, os Estados-membros devem continuar os esforços para detectar, confirmar e tratar adequada e oportunamente os casos em um contexto de circulação de vários arbovírus.

Os especialistas distinguem a febre amarela em dois tipos, que se diferenciam pelo mosquito transmissor: a silvestre, transmitida por Haemagogus e o Sabethes, que ataca principalmente os macacos; e a urbana, transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo vetor de dengue, zika e chicungunha.

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