Ex-patrão joga ácido no rosto de faxineira após discussão; assista ao momento

A mulher relatou à polícia que, depois de chegar em casa, recebeu uma ligação do ex-patrão em que ele fez, segundo a faxineira, ameaças de morte ao filho dela, de 11 anos

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21 JUL 2021Por Folhapress16h25
Momento após o idoso ter jogado o produto químico no rosto de sua ex-funcionária.Momento após o idoso ter jogado o produto químico no rosto de sua ex-funcionária.Foto: Reprodução/Internet

Uma mulher foi atacada por um homem de 70 anos, que jogou um líquido ácido no rosto dela, na tarde de anteontem, em Catanduva (SP). A agressão foi flagrada em vídeom e aconteceu depois de uma discussão entre a faxineira Franciele Priscila, de 31 anos, e o ex-patrão, Luiz Sérgio, que ainda não foi encontrado pela polícia.

De acordo com informações do boletim de ocorrência - registrado pelo marido da vítima -, a mulher trabalhou por cerca de três anos na casa do acusado. Ela foi demitida porque ele, que é fabricante de produtos de limpeza, ficou irritado depois que Francieli derrubou um dos materiais de forma acidental, segundo o relato.

Segundo o boletim de ocorrência, a demissão não ocorreu de maneira amigável. A mulher relatou à polícia que, depois de chegar em casa, recebeu uma ligação do ex-patrão em que ele fez, segundo a faxineira, ameaças de morte ao filho dela, de 11 anos.

Inconformada com o comportamento do ex-patrão, ela retornou à casa dele e decidiu entender o que estava acontecendo. "Você não é o todo machão?", indagou a faxineira, que portava um bastão de metal na mão, enquanto o fabricante saía do imóvel com uma garrafa numa mão e um pedaço de madeira na outra.

"Qual é o problema?", respondeu o idoso, aproximando-se da vítima e despejando o ácido no rosto dela. "Vem cá, vem", disse o suspeito, segurando-a pelos cabelos e prosseguindo com a agressão. "Nunca mais vai usar produto de beleza", acrescentou o acusado, no vídeo. A cena foi gravada e entregue aos policiais para ajudar nas investigações. O suspeito ainda não foi localizado para prestar esclarecimentos sobre o caso, registrado como ameaça e lesão corporal.

*Por Naian Lopes, do UOL