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Bertioga mantém trabalhos de combate à dengue

O trabalho da Prefeitura também é desenvolvido com visitas às pessoas que tenham contraído a doença

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14 ABR 2020Por Da Reportagem22h00
Além de aplicar larvicídas, os profissionais fazem controle biológico através do projeto 'Peixe Urbano'Foto: Divulgação / Prefeitura Municipal de Bertioga

Os trabalhos de prevenção contra a dengue em Bertioga não foram interrompidos. Mesmo em meio a pandemia do Covid-19, os agentes de controle de endemias estão diariamente nas ruas e fazendo visitas para orientar a população e identificar focos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Além de aplicar larvicídas, inseticida fornecido pelo Governo Estadual, os profissionais fazem controle biológico através do projeto 'Peixe Urbano', aplicando peixes larvófagos (se alimentam da larva do mosquito) em criadouros que não podem ser removidos, como piscinas abandonadas, por exemplo.

De acordo com a coordenadora do IEC (Informação, Educação e Comunicação) do Programa Municipal de Combate às Arboviroses, Elisângela Penha, o projeto Peixe Urbano iniciou em setembro de 2019 no Riviera, com apoio da Associação de Moradores.

“Os peixes são inseridos nas piscinas abandonadas e constantemente fazemos acompanhamento para verificar se houve proliferação de larvas. O resultado é sempre positivo, pois os peixes impedem o desenvolvimento das larvas”, afirma.

O trabalho da Prefeitura também é desenvolvido com visitas às pessoas que tenham contraído a doença e aos imóveis ao redor das residências dos doentes, identificando possíveis focos e conscientizando a população. O acompanhamento é feito por equipes da Vigilância em Saúde. É fundamental que os moradores recebam os agentes e sigam as orientações de prevenção e de eliminação de criadouros.

DISK DENGUE.
A Prefeitura de Bertioga mantém importante canal de comunicação com a população para combater à dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. É o “Disk Dengue”, linha (13) 3317-6273, do Programa Municipal de Combate às Arboviroses, dedicada a receber denúncias de focos e criadouros.

As queixas são encaminhadas para os agentes de combate a endemias, que vão até o local denunciado. Na abordagem, conscientizam os moradores para retirar objetos que possam acumular água parada e focos de criação do Aedes.