Fim do carrinho na rua? Nova lei em Santos quer proibir e multar quem levar o item para casa

Um novo Projeto de Lei, de autoria do vereador Sérgio Santana (PL), propõe a proibição total da circulação e permanência desses equipamentos em vias públicas

O projeto de lei não foca apenas na estética, mas em questões de segurança e higiene

O projeto de lei não foca apenas na estética, mas em questões de segurança e higiene | ImageFX

Uma cena comum em Santos, no litoral de São Paulo, pode estar com os dias contados: o abandono de carrinhos de supermercado em calçadas e ruas. Um novo Projeto de Lei, de autoria do vereador Sérgio Santana (PL), propõe a proibição total da circulação e permanência desses equipamentos em vias públicas.

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O que muda para o consumidor?

A proposta, aprovada em primeira discussão na última terça-feira (10), prevê regras rígidas:

  • Proibição: Carrinhos não podem ser abandonados ou circular livremente pelas ruas.

  • A única exceção: Clientes que transportam compras até o carro ou residência próxima, desde que autorizados pelo mercado e sem obstruir a passagem.

  • Punição: O texto prevê a aplicação de multa, cujo valor ainda será definido pela prefeitura.

Por que a medida foi proposta?

O projeto de lei não foca apenas na estética, mas em questões de segurança e higiene:

  1. Obstrução: Carrinhos abandonados dificultam a passagem de pedestres e cadeirantes.

  2. Acúmulo de Lixo: Equipamentos parados acabam virando depósitos de detritos nas ruas.

  3. Segurança Pública: O parlamentar citou o uso dos carrinhos para atividades ilícitas, relembrando casos graves ocorridos em outras cidades onde os itens foram usados para ocultação de crimes.

‘É uma medida de ordem pública para preservar a limpeza, a mobilidade e a segurança da nossa cidade’, afirmou o vereador Sérgio Santana durante a sessão.

Próximos Passos

O projeto ainda passará por novas votações na Câmara Municipal de Santos. Se aprovado em definitivo, seguirá para a sanção do prefeito. Caso vire lei, os supermercados e os cidadãos terão que se adaptar às novas normas de fiscalização.