Pagar com cartão virou regra, mas uma fraude silenciosa está esvaziando contas bancárias em todo o país: o golpe da maquininha adulterada. Criminosos modificam visores e usam truques visuais para que você digite sua senha acreditando em um valor, enquanto o débito real é dez ou cem vezes maior.
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Como o golpe acontece na sua frente
A fraude é sofisticada e rápida. Os golpistas alteram o visor do equipamento ou usam películas que distorcem os números.
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O truque do visor: Você vê R$ 20,00 na tela, mas o sistema registra R$ 2.000,00.
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A pressa: O vendedor vira a máquina rapidamente, cobre parte da tela com a mão ou finge que o sinal está ruim para distrair você.
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O comprovante sumido: Após a senha, o golpista desliga a máquina ou diz que o papel acabou, impedindo que você veja o valor impresso na hora.
Onde o perigo é maior em 2026?
O golpe floresce em locais de alta rotatividade e barulho, onde a atenção do cliente é menor:
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Vendedores ambulantes em grandes eventos e praias;
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Bares e quiosques superlotados;
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Estacionamentos improvisados em shows e festivais;
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Delivery: Motoboys falsos que usam máquinas com visores quebrados propositalmente.
Por que o banco pode não devolver o dinheiro?
Este é o ponto mais crítico: como você digitou a senha, o sistema bancário entende que a transação foi legítima e autorizada por você. Isso torna a contestação muito mais difícil e demorada, pois não houve “clonagem”, mas sim uma autorização voluntária sob erro.
Sinais de alerta: Não digite a senha se…
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O visor estiver escuro, riscado ou coberto por películas;
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O vendedor não deixar você segurar a máquina;
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O valor não aparecer de forma nítida antes do campo da senha;
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Houver insistência para passar o cartão novamente sob desculpa de ‘erro de conexão’.
Dica de Ouro: Ative as notificações de compra por PUSH no aplicativo do seu banco. Assim, no segundo em que a transação ocorrer, seu celular vibrará com o valor real, permitindo que você confronte o golpista ainda no local.
