Em um desdobramento sem precedentes na política externa, a Casa Branca confirmou uma intervenção armada direta na Venezuela neste sábado (3).
A operação, descrita por Donald Trump como um sucesso estratégico, culminou na custódia de Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, que já teriam sido transportados para fora das fronteiras venezuelanas.
A confirmação de Washington
Através de sua plataforma digital, o presidente americano detalhou que a ação envolveu ataques coordenados em larga escala.
Trump elogiou a precisão das tropas envolvidas e convocou um pronunciamento oficial em sua residência na Flórida, Mar-a-Lago, para detalhar os próximos passos da ocupação e a situação legal da operação perante o Congresso.
Caos e explosões
Relatos vindos de Caracas e de estados vizinhos descrevem uma madrugada de intensos bombardeios. O alto comando militar venezuelano, sob a liderança de Vladimir Padrino López, confirmou que alvos urbanos e bases estratégicas, como o Forte Tiuna, foram atingidos por mísseis e incursões aéreas.
Cenário atual:
- Status de Maduro: Washington afirma que ele está sob custódia aérea.
- Resposta Local: Vice-presidente, Delcy Rodríguez, confirmou a captura de Nicolás Maduro e exigiu “prova de vida imediata” de Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.
- Estado de Sítio: O regime declarou emergência nacional, classificando a incursão como um ato de agressão imperialista.
Mobilização e incerteza
Enquanto o governo remanescente da Venezuela convoca a população para uma resistência armada, o mundo aguarda as justificativas jurídicas internacionais para a invasão.
O ataque atingiu áreas densamente povoadas em Miranda e Aragua, e o balanço de vítimas civis e militares ainda está sendo contabilizado pelas autoridades de saúde locais.
