Artesã faz peças de crochê diferentes em Itanhaém

Além de peças variadas, Cristina faz ainda conjuntos para bebês que são doados às famílias carentes da cidade

Cristina conta que aprendeu a fazer o crochê aos 14 anos com a sua madrasta e, a partir daí, não parou mais de fazer as peças de crochê

Cristina conta que aprendeu a fazer o crochê aos 14 anos com a sua madrasta e, a partir daí, não parou mais de fazer as peças de crochê | Nayara Martins

Atuar com o que gosta e se dedicar à arte do crochê com peças diferenciadas. Esse é o trabalho desenvolvido pela artesã Cristina Pasqualis, de Itanhaém, que faz para vender diversos bichinhos com a técnica amigurumi. Ela faz também os conjuntos para bebês que são doados às famílias mais carentes do município.
 
Cristina conta que aprendeu a fazer o crochê aos 14 anos com a sua madrasta e, a partir daí, não parou mais de fazer as peças de crochê

Aproveite e veja também que o Projeto de Restauro Conservativo no Convento vai ser anunciado em Itanhaém.

“Minha madrasta passou a técnica de como fazer o crochê. Antigamente, fazíamos os enxovais para casamento. Aprendi e fui me aperfeiçoando em fazer novas peças”, explica. 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Projeto social

A artesã Cristina desenvolve ainda um projeto social. Ela faz um conjunto, composto por casaco, toquinha e sapatinho de bebê, para ser doado às famílias carentes de Itanhaém. 


“Tive bastante dificuldade em fazer a doação às mães que estavam internadas na Maternidade do Hospital Regional, devido à burocracia”, conta.

Mas Cristina não desistiu. Atualmente, ela faz e entrega o conjunto com a roupinha de bebê na Unidade Básica de Saúde, no bairro Suarão, uma vez ao mês, para ser entregue às gestantes carentes do bairro.

Ela tem ainda a colaboração de sua irmã Helene que faz a doação de algumas linhas e lãs para fazer as roupinhas.

Planos

Sobre os planos futuros, Cristina pretende continuar a fazer as peças de crochê e os conjuntinhos de bebê para doação. 

“Enquanto tiver capacidade para fazer os conjuntinhos de bebê e as peças de amigurumi, vou prosseguir com meu trabalho e atender as minhas clientes e as famílias”, completa.

A artesã também aceita encomendas de clientes. E já participou de algumas feiras de artesanato na Cidade para expor suas peças de crochê.