Além das habituais rações, alguns tutores optam como complemento para a alimentação dos cães o arroz, seja ele branco ou integral. No entanto, essa seria uma opção segura para a saúde deles?
Ao Diário, a médica veterinária Carolina Vianna Leite Otero responde que o consumo é permitido, como o alimento é benéfico aos cães.
“Na nutrição clínica, seu uso é especialmente valorizado por suas propriedades digestivas, baixo potencial alergênico”, comenta a veterinária. Além disso, ela recomenda que antes de oferecer ao pet o consumo de arroz, deve-se realizar uma avaliação individual.
Como deve estar o arroz?
Diferente dos humanos, o arroz oferecido aos pets não deve conter temperos potencialmente tóxicos como alho ou cebola. No entanto, por mais que alguns condimentos possam ser benéficos para eles, é preciso sempre se atentar a supervisão e prescrição médica.
“Um dos tipos de arroz mais recomendados para cães é o branco, pois eles são altamente toleráveis em dietas leves e de transição (prescrito em gastroenterites e diarreia). Eles contam com uma fonte de energia rápida (carboidrato simples) e baixo teor de fibras que reduz a irritação gastrointestinal em alguns casos”, comenta a veterinária.
Além deste tipo, é recomendado para os pets o consumo de arroz integral por conta do índice glicêmico mais baixo e maior teor de fibras, o que também auxilia no controle do açúcar, saciedade e saúde intestinal.
E o arroz Parboilizado?
Conhecido por passar por um processo de cozinhamento onde o grão acaba sendo cozido dentro de sua própria casca, usando apenas água e calor, sem adição de produtos químicos, pode ser considerado uma alternativa perfeita para os cães que não toleram o arroz integral.
Quanto pode ser oferecido?
Segundo a veterinária, a quantidade e a frequência com que o arroz pode ser oferecido viram de acordo com o tamanho, idade e o nível de atividade do cachorro. “Geralmente é recomendado como um complemento à dieta regular”.
Relação de carinho com os humanos
Para muitas pessoas, é quase impossível ver um cachorro e não sentir vontade de acariciá-lo. Esse gesto, aparentemente simples e movido por carinho, pode, na verdade, refletir aspectos profundos da personalidade e do bem-estar psicológico de quem o pratica.
A situação ainda pode ser demonstrada no dia a dia, inclusive o Diário disponibilizou uma lista de praias onde pode se passear com pets.
De acordo com um estudo conduzido por especialistas das Universidades da Flórida, Carroll e Marquette, acariciar cães vai muito além de uma demonstração de afeto: trata-se de uma interação com efeitos positivos diretos no estado emocional das pessoas.
No caso da hora de dormir, principalmente no inverno, muitos tutores optam por deixar seus pets dormirem em suas camas. Nestes cenários, é indicado que a temperatura seja ideal para eles conseguirem se aquecer durante o frio.
No entanto, algumas raças consegue se adaptar melhor sem a presença de seres humanos e não sofrem por estar quase sempre sozinhos.
