A geração Z costuma constantemente rotular os relacionamentos, cujas experiências quase sempre são bastante conhecidas. Entre estes nomes está o termo “throning”, que envolve pessoas que namoram não por amor, mas pelo status social.
Mesmo que seja comum, essa atitude existe desde o ínicio dos tempos, pois segundo essa pesquisa recente, ela significa “namorar alguém que aumente sua reputação apenas por associação”.
Análise
Segundo um estudo publicado pela revista Science Advances, os usuários de aplicativos de namoro procuram encontrar um par cerca de 25% mais desejável que eles.
A pesquisa também indicou que, mesmo com a parceria soando como algo benéfico entre ambas as partes, a entronização pode levar a relacionamentos superficiais e insatisfatórios para ambos.
A análise foi feita com 1.000 usuários solteiros de um aplicativo de namoro on-line que teve 9% dos entrevistados confessando que usaram o relacionamento como álibi para aumentar o status social.
Já 27% acreditam que seus parceiros os usaram como uma forma de crescer socialmente.
Agamia
Além do “throning”, outro rótulo de relacionamento bastante popular entre a geração Z é a ‘Agamia‘. O termo, inclusive, chega a “assustar” os mais velhos.
É comum, por exemplo, ouvir os jovens dizerem que não desejam casar ou ter filhos hoje em dia.
NATO
Entre os nascidos no final da década de 1990 e 2010, considerados geração Z, os comportamentos diante dos relacionamentos amorosos são bastante diferentes e peculiares. Sob diferentes rótulos, um dos mais populares é o NATO.
Quem é adepto deste tipo de relacionamento, costuma não criar expectativas específicas e não espera que os encontros levem a algum resultado. A ideia é encarar a troca romântica como uma “jornada de descoberta”, sem focar apenas no que ela pode vir a se tornar.
