Dois suspeitos de furto de R$ 337 mil em banco no Gonzaga são presos em São Paulo

Os envolvidos no crime invadiram uma casa abandonada para acessar a Agência Estilo do Banco do Brasil, na Rua Bahia, em 8 de março

Policiais do 7° DP de Santos (Gonzaga) prenderam na capital paulista dois homens, de 42 e 26 anos, suspeitos de terem participado do furto de R$ 337 mil  da Agência Estilo do Banco do Brasil, na Rua Bahia. O crime ocorreu em 7 de março deste ano. Um terceiro envolvido está identificado, mas não foi localizado em São Paulo.

Nas diligências realizadas na capital a equipe do delegado Jorge Álvaro Gonçalves Cruz e do investigador-chefe, Marcelo Mendes, apreendeu celulares e uma extensão elétrica semelhante a que foi utilizada no crime, além de ferramentas. Deram apoio aos policiais do 7° DP nas ações integrantes do 1° DP de Santos (Centro) e da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Todo o material apreendido será periciado pelo Instituto de Criminalística (IC).

Segundo o Departamento de Polícia Judiciária do Interior-6 (Deinter-6), foi possível identificar três envolvidos após “ininterrupta e intensa investigação de campo”.

Conforme apurou o Diário, as investigações apontam que se trata de uma quadrilha especializada nesse tipo de crime. 

Reais, dólares e euros

Em um crime planejado, contando com a invasão de uma casa abandonada na Avenida Ana Costa, os criminosos tiveram acesso ao terreno da agência bancária e violaram o cofre, subtraindo R$ 337,6 mil.

Conforme o banco informou à polícia, foram furtados R$ 90 mil, US$ 18 mil (cotados à época em R$ 103.912,200) e 21 mil euros (cotados à época em R$ 143.703,000).

No local foi notado que a entrada pela casa vizinha se deu através da produção de um dano no muro. Já no terreno da agência os bandidos fizeram um novo dano na parede da agência e acessaram a parte traseira do cofre, cortando-a.

O crime foi descoberto por volta das 10h de 8 de março, quando um primeiro funcionário constatou o delito. Devido ao cime, a agência bancária não abriu na data da descoberto do crime e o atendimento foi retomado no dia seguinte, sem oferta de numerário.