Os 1,3 mil professores da rede municipal de ensino de Cubatão devem paralisar novamente suas atividades, hoje, por 24 horas, nas 55 escolas da Cidade. Eles reivindicam recomposição salarial referente à redução de 30% dos proventos do Infantil e Fundamental 1, o fim dos processos de desaposentadoria, a garantia de aposentadoria sobre a jornada total e o pagamento do piso nacional do magistério para o infantil 1 e condições dignas de trabalho, pois alegam que as escolas do município estão destruídas. São pouco mais de 15 mil alunos.
Esta é a terceira paralisação por um dia dos educadores cubatenses. Dessa vez, os professores serão recebidos no gabinete do prefeito Ademário Oliveira, às 11 h oras, na Prefeitura. Os trabalhadores estarão concentrados e mobilizados , a partir das 9 horas.
O professores estão com a expectativa que o governo municipal apresente soluções concretas e acreditam que o movimento de hoje será o maior até agora. Às 16 horas, eles prometem lotar a Câmara Municipal para pressionar os vereadores a acelerar a votação do Projeto de Lei 13, que prevê a recomposição dos 30% retirados dos funcionários que têm graduação no Ensino Superior, por decisão da Justiça.
O vereador Rafael Tucla, vice presidente da Comissão de Justiça e Redação, deu parecer em separado e favorável á tramitação do projeto. Já o presidente da Comissão, Cléber do Cavaco, deu um parecer contrário. Os dois pareceres serão votados no plenário, mas ainda não foram pautados.
Os professores municipais reivindicam: recomposição dos 30% do salário das professoras e professores de educação infantil e ensino fundamental 1, bem como, para todos os servidores e servidoras afetados pelo corte;direito ao fundamental 2 à ampliação de jornada com desconto previdenciário, garantindo assim uma aposentadoria digna; efetivação do pagamento do piso salarial do magistério às professoras da educação infantil 1.
