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TST promove seminário e vai debater a CLT

Evento será realizado amanhã e sexta-feira, e vai comemorar os 75 anos da justiça do trabalho e discutir o custeio da atividade sindical

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23 NOV 2016Por Da Reportagem10h30
André Domingues de Lima é presidente do Siemaco de SantosFoto: Matheus Tagé/DL

Os 73 anos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o  financiamento da atividade sindical e os 75 anos da Justiça do Trabalho estarão sendo debatidos, amanhã e sexta-feira, no seminário internacional promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília e que terá as presenças de sindicalistas, advogados trabalhistas, ministros do TST e do STF e ainda do ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira.

O tema de abertura “Os 75 anos da Justiça do Trabalho: Conquistas e Mudanças”, será desenvolvido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello. Já a “Crise Econômica e Reforma Trabalhista na Europa”, terá como palestrante o professor Pedro Romano Martinez, da Universidade de Lisboa, e ocorrerá na sexta-feira.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira confirmou presença e fará parte da mesa   durante solenidade de abertura do seminário. Essa será a segunda etapa do seminário, que teve a primeira edição realizada nos dias 27 e 28 de agosto na sede da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro (RJ).

Além da finalidade comemorativa, a proposta do encontro é a de discutir temas atuais referentes às relações de trabalho, como os métodos consensuais de composição de conflitos, e os riscos e desafios do Direito do Trabalho no Brasil atual.

CLT é a bíblia do trabalhador, diz sindicalista

O sindicalista André Domingues de Lima, presidente do Siemaco, diz que está cumprimentando a direção do TST pelo seminário que se realiza amanhã e sexta-feira. “Acredito que todo movimento sindical deveria enviar votos de ­congratulações ao TST, pela iniciativa de fazer esse debate”, menciona o sindicalista.

E conclui: “A CLT não pode ser extinta, mas sim reformulada e adaptada aos novos tempos da relação capital e trabalho. Acredito, que nos debates nesse seminário do TST, autoridades vão encontrar uma solução para isso e também para evitar o enfraquecimento da justiça do trabalho como pretendem alguns tecnocratas de plantão”.

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