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Governo vai aumentar INSS de servidores

Servidores públicos também serão afetados pela reforma previdenciária do Governo Federal

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10 OUT 2016Por Folhapress11h30
A reformaa previdenciária deverá trazer novas regras e vai mexer nas contribuições do INSS. Ela deverá ser enviada ao Congresso Nacional até o final deste mêsFoto: Matheus Tagé/DL

O governo federal avalia aumentar de 11% para 14% a contribuição de servidores públicos na reforma previdenciária que pretende enviar ao Congresso Nacional no final deste mês.

A mudança defendida pela área técnica da administração federal como uma forma de reduzir o deficit no setor público foi reforçada na última quinta-feira por governadores do Sudeste e do Sul que se reuniram com o presidente.

No encontro, feito com o objetivo de buscar apoio para a reforma previdenciária na tentativa de diminuir resistências no Congresso Nacional, os governadores presentes defenderam a elevação, o que deve criar um efeito cascata também para as gestões estaduais e municipais.

“A nossa ideia é unificar. Em Santa Catarina, aumentamos a contribuição de 11% para 14%, isso diminuiu o deficit. Então, que se fizesse isso de maneira articulada, todos fazendo ao mesmo tempo”, disse o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD).

O estudo técnico elaborado pela equipe econômica sobre a reforma previdenciária será entregue ao presidente, que dará início a uma rodada de reuniões com empresários, sindicalistas e parlamentares para fechar a versão final.

A ideia do governo federal é enviar a reforma fechada para o Congresso Nacional até o final deste mês. Antes da formulação do texto final, os governadores do país farão um encontro na próxima quinta-feira em Brasília para sugerir ­mudanças.

Para essa semana o Palácio do Planalto já marcou reunião com as centrais sindicais para discutir a reforma previdenciária. O encontro foi agendado para amanhã.

Com o objetivo também de aprovar a proposta do teto de gastos no início da próxima semana, o presidente pediu aos governadores do Sul e Sudeste que eles atuem junto às suas bancadas estaduais, já que o governo federal pretende enviar uma nova iniciativa que fixe limites de despesas também para as unidades da federação.

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