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90% dos consumidores priorizam preço na hora da compra do material escolar

Alguns entrevistados estão dispostos a pesquisar preços em várias lojas, reaproveitar itens da lista de materiais do ano anterior e a não comprar todo o material solicitado

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11 JAN 2017Por Da Reportagem11h30
Maioria dos entrevistados (30%) disse que a conta final nessas compras deve ficar entre R$ 201 e R$ 300Foto: Matheus Tagé/DL

O consumidor prioriza preço baixo na hora da escolha do material escolar. É o que aponta pesquisa sobre a expectativa de vendas para a volta às aulas em 2017, realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista nas nove cidades da região. O levantamento mostra que 90% dos entrevistados escolhem o item de acordo com o valor na prateleira, deixando a durabilidade em segundo lugar (59% das respostas). A marca do produto aparece em terceiro na lista de prioridades (15%), seguida pelo selo de qualidade (7%) e ineditismo do material no mercado (3%). No questionário, os entrevistados podiam escolher entre um ou mais itens primordiais.

A maioria dos entrevistados (30%) disse que a conta final nessas compras deve ficar entre R$ 201,00 e R$ 300,00. Já para 28% dos consumidores, o orçamento será na faixa de R$ 101,00 a R$ 200,00 e, para 18%, entre R$ 301,00 e R$ 400,00 – enquanto 14% dos entrevistados esperam gastar R$ 400,00 ou mais. Por fim, 10% dos consumidores estimam que a compra desses produtos terá orçamento máximo de R$ 100,00.

“Apesar de o consumidor buscar o preço em primeiro lugar, se compararmos com nossa pesquisa do ano passado, o ticket médio para a volta às aulas está maior em 2017”, afirma o presidente do Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista, Alberto Weberman.

Para economizar, os pais e mães entrevistados estão dispostos a pesquisar preços em várias lojas (70%), reaproveitar itens da lista de materiais do ano anterior (23%) e a não comprar todo o material solicitado pela escola (6%).

O comércio de rua, como papelarias e bazares, será a escolha de 93% dos compradores de material escolar, seguido por lojas de shopping (4%), supermercados (2%) e lojas online (1%). As formas de pagamento mais utilizadas serão cartão de crédito e dinheiro, separadamente, com 44% e 35% das respostas, respectivamente. Já 16% dos entrevistados pretendem usar as duas formas de maneira combinada na mesma compra (crédito e dinheiro), enquanto 5% devem usar somente o cartão de débito.

Entre todos os entrevistados, 41% disseram que irão comprar material para apenas um filho. Para duas crianças, serão 40%; três filhos, 17%; quatro ou mais, 2%. As crianças participam das compras em 54% dessas famílias, de acordo com os entrevistados.

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