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Temer: Damos salto qualitativo na forma como opera o FIES

O peemedebista avaliou que o Novo Fies é consistente para a obtenção de crédito de várias fontes, como os fundos constitucionais, e que alunos saberão desde o início o que irão pagar

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06 JUL 2017Por Estadão Conteúdo16h30
Michel Temer avaliou que o programa terá uma administração compatível com gestão mais regrada das contas públicasFoto: Beto Barata/PR/FotosPúblicas

Ao anunciar as novas regras para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o presidente da República, Michel Temer, avaliou que o programa terá uma administração compatível com gestão mais regrada das contas públicas, seguindo as orientações do próprio Tribunal de Contas da União (TCU).

"Estamos dando um salto qualitativo na forma como se opera o Fies", afirmou. "A seriedade governativa exige que, se um programa deu certo, você pode segui-lo e aperfeiçoá-lo. O Fies tem ajudado a democratizar o acesso ao ensino superior e o que fazemos é criar um programa mais sustentável e eficiente e voltado para quem mais precisa, que são os estudantes de baixa renda", completou.

Temer avaliou que o Novo Fies é consistente para a obtenção de crédito de várias fontes, como os fundos constitucionais, e que alunos saberão desde o início o que irão pagar. "Termos juros (reais) zero para uma modalidade é uma inovação voltada para questões de natureza social. Ao lançar 300 mil vaga para o Fies em 2018 estamos agindo compativelmente com necessidades sociais do País", acrescentou.

O presidente disse ainda que o Fies geraria um "fenômeno de responsabilidade". "Eu estudo mais sei que tenho que ressarcir os cofres públicos ou das universidades ou dos bancos que financiaram", afirmou. "E os alunos terão prazos flexíveis para o pagamento", completou.

Temer repetiu ainda que a educação é a prioridade de qualquer país preocupado com o presente e sintonizado com o futuro. "Todos os atos do governo são de projetos para o futuro, isso significa planejamento. Foi assim com o Teto dos Gastos Públicos, para o qual fixamos limites por 20 anos. Nosso governo tem responsabilidade fiscal e responsabilidade social", concluiu

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