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Câmara tem sessão nesta sexta e ajuda a manter cronograma de Temer

Para que uma sessão seja iniciada, é necessário que pelo menos 51 dos 513 parlamentares estejam nas dependências da Câmara

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07 JUL 2017Por Folhapress14h00
A abertura da sessão é importante para o governo porque conta para o prazo de conclusão da votação da denúncia contra Temer na CCJFoto: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 Em uma articulação que precisou dos principais líderes governistas, a base aliada de Michel Temer conseguiu atingir o quórum mínimo para abrir uma sessão da Câmara nesta sexta-feira (7), o que pode ajudar a manter o cronograma da votação da denúncia contra o presidente.

Até as 9h30, horário limite para que o quórum seja atingido, 67 deputados já haviam marcado presença na Casa. Para que uma sessão seja iniciada, é necessário que pelo menos 51 dos 513 parlamentares estejam nas dependências da Câmara.

Como sexta-feira é um dia de baixo movimento no Congresso, é comum que as sessões sejam canceladas. Na semana passada, apenas um deputado, Celso Jacob (PMDB-RJ), compareceu.

Para atingir o quórum de 51 deputados, líderes e vice-líderes governistas -entre eles Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Darcisio Perondi (PMDB-RS), Lelo Coimbra (PMDB-ES) e Baleia Rossi (PMDB-SP)- passaram esta quinta-feira (6) pedindo que parlamentares dos partidos da base permanecessem em Brasília e comparecessem à Câmara pela manhã.

A abertura da sessão é importante para o governo porque conta para o prazo de conclusão da votação da denúncia contra Temer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O Planalto quer encerrar esse processo o mais rapidamente possível.

Pelo regimento da Casa, a comissão tem o prazo de cinco sessões de plenário para decidir sobre a aceitação ou não da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mesmo que não haja reunião da CCJ.

Contando com a desta sexta-feira, passaram-se duas sessões desde a entrega da defesa escrita de Temer, na quarta (5). O relator, Sergio Zveiter (PMDB-RJ), deve apresentar seu relatório e voto na próxima segunda-feira (10).

O presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), já afirmou que o prazo pode ser estendido caso os debates não sejam finalizados a tempo.

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