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Condenado por morte de jovem na Bahia é preso em Guarujá

André Marcos Evangelista Ribeiro, de 35 anos, usava nome de comparsa e chegou a condenado com nome falso

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09 FEV 2018Por Gilmar Alves Jr.18h15
André Marcos Evangelista Ribeiro foi condenado a 18 anos de prisãoFoto: Divulgação/Polícia Civil

Condenado por matar, em 2010, uma adolescente em Arraial d'Ajuda (BA) e foragido do sistema prisional da Bahia, André Marcos Evangelista Ribeiro, de 35 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (9) por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos em Morrinhos, em Vicente de Carvalho.

André chegou a ser condenado na Bahia com nome falso, de um comparsa, amigo de infância. Este mesmo comparsa, Igor Cavalheiro Ribas, de 37 anos, também foi preso pela DIG em Guarujá nesta sexta, pois portava em sua casa, no Jardim Tejereba, um revólver de calibre 38 e um celular roubado.

As prisões foram realizadas sob o comando do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, titular da DIG, e do investigador-chefe, Paulo Carvalhal.

De acordo com Carvalhal, ficou evidenciado o vínculo entre André e Igor por meio de troca de mensagens por celular, inclusive com teor relacionado a crimes.

André é natural de Guarujá e após seu retorno, após a fuga da Bahia, a DIG recebeu informações sobre ele. As investigações sobre o paradeiro levaram cerca de um mês. A casa onde ele foi achado, em Morrinhos, fica na Travessa 251.

Repercussão nacional

A morte da adolescente Dandara dos Santos Monteiro, na Bahia, atingida por uma bala perdida no tórax em 9 de fevereiro de 2010, teve repercussão nacional. Ela fazia um passeio com a família e amigos, de carro, quando foi atingida por uma bala perdida, no banco traseiro, quando tentava proteger o irmão de três anos à época.

Se passando pelo comparsa Igor e com documento falso, André foi preso ao buscar socorro em um posto de saúde com um tiro no pé após o crime. Ele admitiu a policiais que se envolveu em um tiroteio com traficantes.

Em 2011, o Tribunal do Júri de Porto Seguro condenou André a 18 anos e 18 meses de prisão.

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