Testemunha diz à polícia que motorista avançou sinal vermelho antes de morrer no Boqueirão

Adriano Gonçalves de Aquino, de 40 anos, foi arremessado de Celta após a batida, na Avenida Conselheiro Nébias, e morreu no local

16 FEV 2018 • 16h39
Após a batida, Celta ocupado por Aquino atingiu poste - Diário do Litoral

Uma testemunha do acidente entre um Celta e um Ônix na esquina da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Azevedo Sodré, no Boqueirão, afirmou à Polícia Civil que o motorista do Celta, Adriano Gonçalves de Aquino, de 40 anos, avançou o sinal vermelho da avenida antes de bater, às 6h13 desta sexta-feira (16). Após a colisão, o Celta atingiu um poste e Aquino foi arremessado para fora do carro, morrendo no local.

A testemunha dirigia um carro no lado oposto da avenida e prestou depoimento no 7º Distrito Policial (Gonzaga) na manhã desta sexta, segundo o registro do caso.

O motorista do Ônix, de 61 anos, não se feriu na batida e disse à Polícia Civil que passou pelo sinal verde da Rua Amilcar Mendes Gonçalves e seguiu na direção da Rua Azevedo Sodré, no cruzamento com a Conselheiro, quando o acidente ocorreu. Ele não soube informar o ponto exato da colisão porque diz que não consegue "se lembrar de nada".

O 7º Distrito Policial requisitou ao Instituto Médico-Legal (IML) exame toxicológico e de dosagem alcoólica no corpo de Aquino.

Também expediu ofício à Prefeitura de Santos requisitando imagens de câmeras de monitoramento das vias.

De acordo com o registro do caso, Aquino era caminhoneiro e morava na Vila Áurea, em Vicente de Carvalho. O Celta está registrado no nome da mãe dele.