13h : 46min

Assine o Diário e o Santista por R$8 por mês no plano atual

Trump diz que Catar já estava sob suspeita de financiar terrorismo

O presidente americano voltou a usar o Twitter para falar sobre assuntos diplomáticos

Comentar
Compartilhar
06 JUN 2017Por Agência Brasil19h00
Trump diz que Catar já estava sob suspeita de financiar terrorismoFoto: Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje (6) que, durante a sua viagem recente ao Oriente Médio, líderes de países árabes acusaram o Catar quando ele pediu o fim de financiamento para grupos terroristas. “Na minha última viagem à região, quando declarei que já não pode haver qualquer tipo de financiamento à ideologia radical, os líderes apontaram para o Catar", comentou Trump no Twitter. A informação é da EFE.

Dessa forma, Trump voltou a usar o Twitter para falar sobre assuntos diplomáticos. Ele insinuou que a mudança de postura em relação ao Catar ocorreu graças ao seu diálogo recente com líderes árabes durante sua estadia em Riad, capital da Arábia Saudita, ao afirmar que "é bom ver" que a viagem "já está dando frutos. Talvez isso seja o começo do fim do horror do terrorismo!", enfatizou.

Ontem, Arábia Saudita, Bahrein, Egito e Emirados Árabes Unidos romperam relações com o Catar e ordenaram o fechamento das fronteiras terrestres e do espaço aéreo e marítimo aos meios de transporte vindos desse país, que é acusado de apoiar o terrorismo. Além desses quatro países, também romperam relações com o Catar, as Ilhas Maldivas e os governos apoiados pela Arábia Saudita nos conflitos no Iêmen e na Líbia.

A ruptura de relações se baseia na acusação contra o governo catariano, dirigido pelo emir Tamim bin Hamad al Thani, de financiar organizações consideradas terroristas, como o Estado Islâmico (EI), a Al Qaeda e a Irmandade Muçulmana.

O governo do Catar rechaçou as acusações considerando-as "calúnias injustificadas", e assegurou que "luta contra o terrorismo e o extremismo", enquanto a comunidade internacional busca formas de pôr fim a esta crise diplomática.

Colunas

Contraponto