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Mesmo com protestos, governo francês reafirma reforma trabalhista

As quase 200 manifestações na França reuniram ontem 400 mil pessoas, segundo a Confederação Geral do Trabalho

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13 SET 2017Por Agência Brasil17h01
Manifestantes realizam protesto contra o presidente da França, Emmanuel MacronFoto: Associated Press

O primeiro-ministro da França, Édouard Philippe, destacou a vontade de levar adiante a reforma trabalhista, que deverá estar em vigor no fim de setembro, após o primeiro dia de mobilização contra as mudanças, organizado nessa terça-feira (12) por vários sindicatos. A informação é da Agência EFE.

"O mandato que nos deu o povo francês, vamos colocar em prática", afirmou Philippe, em entrevista ao canal France 2, lembrando que a reforma trabalhista estava no programa do presidente, Emmanuel Macron, quando foi eleito em maio.

"Aqueles que estão preocupados, que se inquietam e se opõem a esse texto, argumentou, têm perfeitamente esse direito. Mas me permito lembrar que os franceses se manifestaram com seu voto e também têm direito ao respeito".

"A reforma que implementamos foi anunciada pelo presidente da República no momento das eleições presidenciais", acrescentou.

As quase 200 manifestações na França reuniram ontem 400 mil pessoas, segundo a Confederação Geral do Trabalho (CGT). A polícia, porém, estimou esse número em 223 mil. As greves tiveram impacto limitado.

A CGT programou outra jornada de mobilizações para o dia 21, às vésperas da reunião do Conselho de Ministros, que adotará os decretos que flexibilizarão o mercado de trabalho. No dia 23, haverá outra manifestação em Paris, organizada pela França Insubmissa, o partido da esquerda radical.

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