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Ainda não comprou o seu presente? Comércio entra em clima de Natal

Fim de ano é época de comprar presentes e espalhar alegria para os seus amigos e familiares; comércios estendem horário de atendimento durante o mês

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22 DEZ 2017Por Da Reportagem15h51

Fim de ano é época de comprar presentes e espalhar alegria para os seus amigos e familiares. Por isso, o comércio local precisa estar preparado para atender a crescente demanda, especialmente quando diversos turistas vêm com suas famílias e aumentam ainda mais a quantidade de pessoas nas ruas. Além de esticar o horário de atendimento, muitos traçam suas estratégias para faturar ainda mais.

Conhecer o seu público-alvo é um dos segredos. Carlos Eduardo Sibilio, de 38 anos, tem uma loja de informática há quase 20 anos, com atuação na área de games. Por isso, ele investe em produtos licenciados. “É sempre uma época que aumenta o faturamento para a gente. Nós vendemos muitos brinquedos, games e itens de informática. Depende muito do período, mas geralmente sai um pouco de tudo”.

“No final de ano, o pessoal busca bonecos, carrinhos, assessórios e consoles, que são presentes bem procurados. Estamos bem antenados ao que acontece no mercado em relação a filmes, desenhos, que é o que a garotada mais gosta”, ressaltou. Entre os mais famosos, personagens como Homem-Aranha, Capitão América, Batman e Super-Homem dominam as prateleiras.

Mesmo com a crise econômica que atinge o país, os comerciantes se reinventam para aproveitar o período e continuar com seu negócio. É o caso de Rafael dos Santos Rodrigues Alves, gerente de outra loja de brinquedos. “Estamos investindo em produtos mais baratos, acessíveis, principalmente bonecos e objetos de plástico. Ainda assim, a gente tenta atrair todos os públicos”, afirma. “O fluxo de pessoas continua o mesmo, porém o poder aquisitivo das pessoas caiu bastante. Estamos procurando outros meios de divulgação, para atrair os clientes até a loja”.

Mas não é apenas na parte dos presentes que o comércio se aquece nesta época. Com mais pessoas nas ruas, os restaurantes, lanchonetes e docerias também comemoram. É o caso de uma franquia de doces e salgados, especialmente bolos, que está em seu primeiro ano em Itanhaém. O gerente Jhonatan Paulo de França explica: “Pessoal não deixa de comer, de consumir. Nós temos uma linha específica de fim de ano, com panetones, e também alguns bolos tradicionais desta época”.

“A gente vem ampliando o número de funcionários no fim do ano e ajustando os horários conforme a demanda. Nos finais de semana, principalmente, ficamos mais do que o costume. Muitas pessoas, inclusive de fora, têm feito encomendas”, disse ele, que ressalta a procura por seus produtos visando, sobretudo, a ceia de Natal.

13º salário

Um dos fatores que impulsionam o comércio local é o pagamento da parcela final do 13º salário, cuja data-limite foi 20 de dezembro. Em Itanhaém, a expectativa é alta: R$ 31 milhões devem ser injetados diretamente na Cidade neste período, de acordo com levantamento do economista-chefe André Galhardo Fernandes, da Análise Econômica Consultoria. Embora uma das prioridades da população em geral seja o pagamento de dívidas contraídas anteriormente, a expectativa é de que uma parte deste montante seja direcionada ao consumo.

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