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Sem ter Borja 100%, Palmeiras volta a sofrer para achar camisa 9

As dores no joelho direito do colombiano devem perseguir o camisa 9 pelos próximos dias

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17 ABR 2018Por Folhapress11h18
Miguel Borja foi desfalque do Palmeiras na última segunda-feira (16), no empate por 1 a 1 com o BotafogoFoto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Miguel Borja foi desfalque do Palmeiras na última segunda-feira (16), no empate por 1 a 1 com o Botafogo. Sem o seu artilheiro do Paulista, o time precisa apostar as fichas em Willian ou em Deyverson, mas ainda não conseguiu achar segurança nas duas alternativas.

O problema é que as dores no joelho direito do colombiano devem perseguir o camisa 9 pelos próximos dias.

A previsão é de tratamento intensivo e acompanhamento diário até a Copa do Mundo, com chance de ser poupado até em treinamento. Fazer uma sequência de jogos no ritmo de duas partidas por semana é improvável.

Por isso, Roger Machado precisa trabalhar as alternativas para o calendário cheio daqui até a pausa para a Copa, no meio do ano. Até lá, o time tem mais 14 jogos em dois meses.

O artilheiro do Paulista poderia até passar pela simples operação de artroscopia para resolver o problema adquirido em um trauma contra o Alianza Lima, mas não quis para poder representar seu país no Mundial.

Além disso, ainda fez questão de enfrentar o Corinthians e o Boca Juniors mesmo sem suas totais capacidades de jogo.

Contra o Botafogo, Bigode começou como titular e teve duas oportunidades. Em uma, foi bem com um cabeceio, mas viu Gatito ser ainda melhor em excelente defesa. Em outra, chegou atrasado na hora de finalizar.

O próprio jogador e a diretoria entendem que Willian atua melhor quando joga aberto. O problema é que ele vê Keno em alta na posição e com boas chances de assumir a titularidade de um dos lados do campo, com Dudu soberano do outro.

Deyverson é a outra opção que ainda não convenceu. Depois de deixar o departamento médico, ele voltou a ser relacionado por Roger e recebeu chances em todas as últimas partidas. Pouco fez e ainda correu o risco de ser expulso após agredir um adversário no empate por 1 a 1 com o Botafogo.

Ele sofre com a perseguição de torcedores desde a eliminação na Libertadores, quando se recusou a bater um pênalti. De lá para cá, teve mais maus do que bons momentos e ainda não justificou o pedido de Cuca pelo seu futebol. A transação custou quase R$ 20 milhões.

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