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Após tragédia, Santos muda cronograma e pode poupar equipe no Paulistão

Com a mudança da data do último jogo do Brasileiro, o clube atrasou o retorno em 2017. Teria, portanto, pouco tempo de preparação e seria obrigado a usar time alternativo

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30 NOV 2016Por Alyson Gonçalo17h21
Avião caiu na cidade de Medellín, na ColômbiaFoto: Fernando Vergara/Associated Press/Estadão Conteúdo

Após o trágico acidente envolvendo o avião que levava o time da Chapecoense para a final da Copa Sul Americana, o Santos decretou luto de três dias e prestou solidariedade ao time de Chapecó. Aos poucos, porém, o Peixe já começa a pensar no planejamento em meio às mudanças estabelecidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por conta da tragédia.

Como a última rodada do Brasileirão foi adiada para o dia 11 de dezembro, os jogadores só entrarão em férias no dia 12 (segunda-feira) - anteriormente, o elenco se despediria dos trabalhos na próxima segunda-feira (5). Esta inesperada mudança no calendário deve interferir na preparação da equipe na próxima temporada, sobretudo no início do Paulistão.

Se o acidente não tivesse ocorrido, os jogadores voltariam aos treinamentos, no CT Rei Pelé, no dia 4 de janeiro de 2017. Tendo uma semana a menos de descanso, porém, os dirigentes se viram obrigados a atrasar a reapresentação para o dia 12 de janeiro. Com isso, os jogadores não teriam o tempo de preparação necessário para a estreia do Paulistão, prevista para o dia 29.

A ideia do presidente do clube, Modesto Roma Júnior, é solicitar junto à Federação Paulista de Futebol (FPF) o adiamento da primeira rodada do estadual. Isso faria com que clubes como Palmeiras, Santos, Corinthians e São Paulo, que ainda estão em disputa no Brasileirão da Série A, tenham um tempo maior para se preparar para o início da competição no próximo ano.

Caso o pedido não seja aceito, o Santos deve poupar os seus principais jogadores no início do Paulistão. A ideia seria utilizar jovens promessas do Sub-20 e jogadores com potencial do Santos B. Isto seria possível por conta da extinção da inscrição fixa de 28 atletas. Ou seja, o clube poderia, no futuro, reorganizar o elenco à disposição, inscrevendo os principais atletas.

 

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