06h : 11min

Conheça o
Caderno + DL

Ler

Assine o Jornal por R$8
por mês no plano atual

AssineLer Jornal

Custo de Vida desacelera em São Paulo, mostra pesquisa do Dieese

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o comportamento dos preços "permanece relativamente estável"

Comentar
Compartilhar
08 OUT 2016Por Folhapress04h30
O custo de Vida desacelerou em São Paulo, segundo pesquisa do DieeseFoto: Divulgação

O ICV (Índice do Custo de Vida) na cidade de São Paulo desacelerou entre agosto e setembro ao passar de 0,36% para 0,03%, revela pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). No acumulado do ano, o ICV indicou alta de 5,35% e, nos últimos 12 meses, de 8,08%. As informações são da Agência Brasil.

Segundo o Dieese, o comportamento dos preços "permanece relativamente estável". Dos dez grupos pesquisados, o de habitação foi o que mais pressionou o custo de vida, com variação de 0,42%. Essa alta teve influência da tarifa de telefone, com impacto de 0,7% no subgrupo operação do domicílio. Também foi verificada pressão do conjunto aluguel, impostos e condomínio (0,03%), além dos gastos com conservação da residência (0,05%).

Em compensação uma das classes de despesas que mais provocam impacto sobre o orçamento doméstico, alimentação, teve queda de 0,15%, enquanto o item transporte registrou recuo de 0,19%. Nesse caso, a queda foi puxada pelos combustíveis: álcool (-0,46%) e gasolina (-034%).

Entre os itens alimentícios, houve retração de preços dos legumes (-11,62%); das raízes e tubérculos (-10,55%); hortaliças (-7,98%) e grãos (-2,78%).

Mais três grupos tiveram redução: equipamento domésticos (-0,05%); vestuário (-0,24%) e despesas pessoais (-0,24%).

No levantamento sobre as três classes de renda, a de nível mais elevado, com ganho médio de R$ 2.792,90 foi a que mais sentiu os aumentos de preços, com taxa média do índice em 0,09%. Para os mais pobres, com renda de R$ 377,49, o índice recuou em 0,03%. Na faixa intermediária, com ganho médio de R$ 934,17, houve deflação de 0,02%.

Colunas

Contraponto

Construtora CredLar