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Sem oposição, Câmara de Itanhaém renova 50% do quadro de vereadores

Cinco dos dez vereadores da legislatura atual seguirão em 2017. O parlamentar mais votado, Rodrigo Dias (SD) teve mais que o dobro de votos que conquistou em 2012

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27 NOV 2016Por Da Reportagem08h00
Entre os vereadores que buscaram a reeleição, dois, que eram de oposição, não conquistaram novo mandato. São eles, Conrado Carrasco (Rede) e Cesinha (PSB)Foto: Divulgação

A Câmara de Itanhaém em 2017 terá uma renovação de 50% do quadro de parlamentares se comparada à legislatura atual. No entanto, entre os vereadores que buscaram a reeleição, apenas dois não conquistaram mais um mandato.

Entre os vereadores com mandato, o mais votado foi Rodrigo Dias (SD). O atual 1º secretário do Legislativo obteve 1.896 votos, número superior de sufrágios conquistados em 2012, quando teve 1.397 votos.

Aliás, todos os parlamentares reeleitos melhoraram o desempenho se comparado com o número de votos obtidos em 2012. Flávio Abbasi (PSDB) foi de 1.200 conquistados no pleito anterior, para 1.698 votos na eleição deste ano. Já Hugo di Lallo (PPS) angariou 1.562 votos, 451 a mais do que o desempenho na eleição de 2012, quando atingiu os 1.111 votos.

Alder Ferreira Valadão, o Dr. Alder (SD), foi eleito por 1.370 votos. Em 2012, o desempenho do parlamentar foi pior, com 1.098. Outro reeleito, João Carlos Rossmann (PMDB), passou de 1.076 votos em 2012 para 1.331 votos nesta eleição.

De saída

Dois vereadores que compõem a oposição ao prefeito Marco Aurélio Gomes (PSDB) não conseguiram se reeleger. Conrado Carrasco (Rede) até melhorou o desempenho nas urnas, foi de 1.104 votos para 1.232 votos. Da mesma forma, César Augusto de Souza Ferreira, o Cesinha (PSB), obteve 1.162 votos, contra 1.028 conquistados no pleito anterior. Mesmo assim, ambas as votações não foram suficientes para conquistar uma cadeira.

Outros dois parlamentares não buscaram mais um mandato. São eles Cícero Fernandes Domingos, o Cícero Kakule (PSDB), que é vice-presidente da Câmara de Itanhaém, e Rogélio Salceda (PSD).

Já o atual presidente da Casa mudará de área. Tiago Cervantes (PSD) deixa o Legislativo para ir para o Executivo. O parlamentar foi eleito vice-prefeito na chapa encabeçada pelo prefeito reeleito Marco Aurélio Gomes.

 

 

Novatos

Entre os cinco eleitos para o primeiro mandato na Casa, apenas um não tinha disputado o cargo anteriormente. Peterson Gonzaga (DEM) obteve 1.731 votos, sendo o terceiro mais lembrado pelo eleitor de Itanhaém.

Edinaldo dos Santos Barros, o Naldo do Bodeguita (PSDB) foi o mais votado. O tucano conquistou 2.217 votos. Foi a votação mais expressiva para um vereador na cidade, pelo menos, nos últimos 16 anos. Em 2012, ele ficou como suplente ao obter 973 votos.

Já Silvio Cesar de Oliveira, o Silvinho Investigador (PSDB), obteve uma das cadeiras ao atingir 1.596 votos. Na atual legislatura, o tucano é suplente. Em 2012, quando estava no PMDB, ele angariou 998 votos.

Outro suplente que assumirá um cargo de titular a partir de 2017 é Wilson Oliveira Santos, o Wilson RH (PMDB). Na eleição deste ano, o pemedebista conquistou 1.148 votos. Já em 2012, o futuro parlamentar obteve 732 votos.

Eleito pelo Solidariedade, com 1.639 votos, Jose Domingos Gonçalves Silva, o Zequinha é o último dos estreantes. O desempenho foi muito superior ao do último pleito quando, então pelo PTB, ele alcançou os 691 votos, não sendo eleito.

Oposição

A eleição também extinguiu a oposição ao chefe do Executivo a partir de 1º de janeiro de 2017. Quando foi eleito para o primeiro mandato, em 2012, a coligação de Marco Aurélio era composta por oito partidos (PDT, PTB, PMDB, PSL, PSC, PRTB, PTC e PSDB). À época, sete vereadores eleitos pertenciam à coligação, sendo que três não integravam o grupo: Cesinha (PP), Conrado Carrasco (PT) e Dr. Alder (PSB).

Já nesta eleição, a coligação que reelegeu Marco Aurélio contou com o apoio de 17 partidos (PSD, PPS, DEM, PEN, PV, PHS, SD, PSC, PROS, PSDC, PT do B, PSDB, PRP, PMDB, PTB, PRB e PR). Desta vez, todos os parlamentares eleitos compõem o grupo que apoiou o chefe do Executivo.

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