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Brincadeiras antigas divertem crianças e familiares no Orquidário

A atividade foi realizada no Recanto do Trovador e ainda contou com outras brincadeiras e brinquedos confeccionados com material reutilizado

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13 OUT 2017Por Da Reportagem13h01
A atividade foi realizada no Recanto do TrovadorFoto: Divulgação/PMS

"Oi, alô, eu adoro você". "Oi, eu também". O diálogo entre a professora Adriana Becker, 50 anos, e a sobrinha, a pequena Sophie, 5, não foi em um celular moderno de última geração, mas em um telefone feito de material reutilizado com fio de barbante. A antiga brincadeira fez parte da programação do Orquidário Municipal (José Menino) desta quinta-feira (12), em homenagem ao Dia das Crianças.

“É uma boa proposta de interação. Aqui, pais e familiares vêm e podem brincar com as crianças”, elogiou Adriana, moradora da Capital.

A atividade foi realizada no Recanto do Trovador e ainda contou com outras brincadeiras e brinquedos confeccionados com material reutilizado, como corda, elástico, bilboquê e pega bola. Quem também se divertiu foi a moradora de São Vicente, Inez Dutra Santos, 63, e os netos Yuri, 8, e Geovanna, 4. “Hoje as crianças só querem saber de celular. É importante elas conhecerem essas brincadeiras. É tão gostoso brincar”, disse ela, que ensinou o jogo das 5 Marias para Yuri.

Ele e a irmã aproveitaram o brinquedo vai e vem, feito de garrafa pet. “Gostei ainda de brincar de bilboquê e de andar na lata. Me senti mais velho”, falou o garoto, por ter ficado mais alto. Geovanna teve preferência: a tradicional amarelinha desenhada no chão com giz.

Troca de brinquedos

Em tarde de parque lotado, os visitantes também conheceram os princípios da economia solidária e respeito à natureza com a Feira de Trocas de Brinquedos e Livros. O casal Fernando Macedo, 40, e Ellen Mauteze, 35, levou o filho Gabriel, 8, para conhecer a feira.

“Em casa ficam muitos brinquedos esquecidos. Esta é a oportunidade de fazê-los girar e levar diversão para outra criança”, disse o pai. A monitora de educação ambiental do Orquidário, Jaqueline da Silva Pereira, destacou que o objetivo é reduzir o consumismo e a quantidade de lixo.

“Percebemos cada vez mais a conscientização dos adultos, de não jogar fora, e da criança, que não se preocupa com o valor do brinquedo na hora da troca”.

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