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Alberto Mourão se reúne hoje com diretoria da Cidade da Criança

Na pauta, a possibilidade da prefeitura assumir o complexo, com objetivo de transformá-lo em dos maiores na área cultural, educacional, turístico e esportivo da região

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06 MAR 2018Por Carlos Ratton08h00
Mourão quer fazer investimentos nos primeiros 10 anos e os 40 restantes para desenvolverá atividades educacionais e sociaisFoto: Rodrigo Montaldi/DL

O prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), e a diretoria da Cidade de Criança se reúnem hoje, às 9 horas, de portas fechadas, no Paço Municipal. Na pauta, a possibilidade da Administração assumir o complexo que fica no Jardim Solemar II, com objetivo de transformá-lo em dos maiores na área cultural, educacional, turístico e esportivo da Baixada ­Santista.

A reunião não foi alardeada e, por isso mesmo, não é aberta à Imprensa. No entanto, em outubro do ano passado, Mourão informou ao Diário, com exclusividade sua intenção, desde que a Diretoria da entidade conceda a área e as edificações que fazem parte dela à Administração por 50 anos - os primeiros 10 anos para investimentos e concepção final do projeto e os 40 restantes para desenvolvimento de todas as atividades educacionais e sociais, destinadas às crianças, jovens e população em geral.
“Se a diretoria lavrar uma ata passando o gerenciamento para a Prefeitura, eu assumo amanhã e começo a trabalhar a proposta, que inclusive já existe”, garantia o prefeito de Praia Grande.     

Mourão vem se mostrando interessado pela Cidade da Criança desde a década de 90. Mas, segundo informou ao Diário, por diversos obstáculos apresentados pelos administradores do local, um projeto que já havia sido idealizado pela Prefeitura acabou não se concretizando e a unidade, que chegou a ser considerada pela Unesco referência internacional no atendimento a adolescentes na década de 70, acabou perdendo o principal objetivo e entrando em decadência física. São 600 mil metros quadrados (200 de área ocupada e 400 só de área preservada).

Em julho do ano passado, em entrevista ao Diário, o presidente da Cidade da Criança, Elio Rodrigues da Silva, garantiu que a documentação da entidade está totalmente regularizada e que ­precisaria de pelo menos R$ 10 milhões de investimentos públicos ou privados, para recuperar suas edificações, melhorar os acessos, o saneamento básico e comprar maquinários.

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