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ONU apoia campanha global para promoção da saúde materna

O objetivo é promover estudos que afetam grávidas e mães e colher ideias dos provedores de serviços de saúde e de ativistas do setor

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08 AGO 2017Por Agência Brasil23h30
Iniciativa lançada em parceria com a organização Mediaplanet e outras instituições internacionais tem como objetivo debater questões que afetam grávidas e mãesFoto: Divulgação

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) e a organização Mediaplanet lançaram uma nova campanha para chamar a atenção para a saúde materna no mundo. O objetivo é promover estudos que afetam grávidas e mães e colher ideias dos provedores de serviços de saúde e de ativistas do setor. A informação é da ONU News

O diretor-executivo da agência da ONU, Michel Sidibé, disse que "é preciso reforçar a interface entre os provedores de serviços de saúde e a população, para melhor monitorar o que acontece em cada comunidade". Ele disse que dessa forma será possível assegurar que as grávidas tenham acesso a serviços de saúde e que possam ser monitoradas não somente em relação à Aids mas para todas as questões de saúde.

De acordo com o último relatório do Unaids, cerca de 76% das grávidas com HIV tiveram acesso a medicamentos antirretrovirais em 2016, bem mais do que os 47% de 2010. Com os objetivos 90-90-90, as Nações Unidas querem que 90% das pessoas com HIV sejam diagnosticadas, 90% delas recebam tratamento antirretroviral e que desse grupo 90% de pessoas tenham a infecção suprimida até 2020.

Os cinco países onde o problema é mais grave - África do Sul, Botsuana, Namíbia, Suazilândia e Uganda - conseguiram atingir o objetivo de fornecer diagnóstico e remédios antirretrovirais a 95% das gestantes e mulheres que estão amamentando e que vivem com HIV.

Sidibé disse que "as autoridades devem garantir que mulheres e meninas tenham acesso a informação mais cedo e também devem dar a elas as habilidades necessárias para que possam lidar com sua própria sexualidade de uma forma mais empoderada".

O Unaids alerta que as doenças relacionadas à Aids continuam sendo a principal causa de morte entre mulheres em idade reprodutiva, entre 15 e 49 anos no mundo.

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